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Início / Artigos / Artigo de Opinião / DSO e o efeito na geração distribuída

DSO e o efeito na geração distribuída

A criação de um DSO desvinculado com a distribuidora e, portanto, mais neutro se torna primordial
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  • Foto de José Wanderley Marangon Lima José Wanderley Marangon Lima
  • 23 de outubro de 2025, às 14:40
2 min 33 seg de leitura
DSO e o efeito na geração distribuída
Foto: Flavio Carvalho/Click Solar/Divulgação
Artigo publicado na Revista Canal Solar – Vol. 6, Nº 6, Outubro/2025

A transição energética trouxe vários desafios à operação dos sistemas de transmissão e principalmente para o sistema de distribuição. Para a transmissão, o acompanhamento da carga por agentes de geração ficou mais difícil em função da intermitência das fontes primárias especificamente fontes eólica e solar.

Com a dificuldade de prever o despacho dessas fontes, a geração hidráulica e térmica tradicional tiveram mais um fator de incerteza na composição do balanço de carga-geração.

Esta incerteza também tem perturbado a adequação da rede de transmissão para atender estas oscilações não-controláveis de geração criando variações significativas de fluxo e tensão. Estas variações modificam condições do sistema pré-falta aumentando o conjunto de cenários nos estudos de estabilidade e confiabilidade da rede.

Voltando no tempo, com a desverticalização ocorrida na década de noventa, a gestão da rede de transmissão foi dividida em proprietários de rede (transmissoras) e operadores de rede (ISO – Independent System Operator também chamado de TSO – Transmission System Operator).

A ideia foi desvincular as duas funções para trazer neutralidade na operação sistêmica da rede e uma certa tranquilidade na construção do mercado de energia elétrica onde o ISO seria um órgão neutro liberando o acesso aos agentes de geração e consumo.

Alguns países mantiveram a propriedade e operação sistêmica na mesma companhia, como a própria Inglaterra que foi a pioneira no processo de reestruturação. No entanto, no ano passado este país mudou esta estrutura criando o NESO (National Energy System Operator) e a antiga NGC (National Grid Company) que desempenhava as duas funções acabou ficando apenas com a propriedade dos ativos.

O Brasil, desde a Lei 9648 de 1998, já havia instituído o ONS que faz a operação sistêmica da rede de transmissão além de definir os despachos das centrais predominantes na época, as hidráulicas e as térmicas. Com a entrada significativa da geração distribuída, baterias, carros elétricos, na distribuição, esta rede começa a ter características similares aos sistemas de transmissão pois até então só existiam cargas.

As distribuidoras eram as grandes coletoras de energia na transmissão e a distribuía para os consumidores finais. Com esta função, sistemas radiais representados pelas redes primárias e secundárias tornavam o sistema mais simples na medição, proteção e controle pois o fluxo era unidirecional.

A maioria das distribuidoras e cooperativas de distribuição eram donas das suas redes e operavam o sistema para entregar a energia. Com a entrada de injeção de potência nos vários pontos da rede, as distribuidoras começam a vivenciar grandes desafios com fluxos variando significativamente e em sentidos opostos.

Clique aqui para baixar a revista e ler o artigo completo.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

Curtailment DSO (Distribution System Operator) GD (geração distribuída) REDs (Recursos Energéticos Distribuídos) Revista Canal Solar Revista Canal Solar Vol. 6 | Nº 6
Foto de José Wanderley Marangon Lima
José Wanderley Marangon Lima
Conselheiro do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) e atua na diretoria de Recursos Energéticos Distribuidos da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuida). Professor titular voluntário da UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá). Diretor presidente da MC&E (Marangon Consultoria & Engenharia. Atuou na Eletrobras, onde participou e coordenou estudos de operação e planejamento de Sistemas Elétricos. Também trabalhou na ANEEL como assessor de diretor. Esteve no Ministério de Minas e Energia como integrante do grupo que elaborou o Novo Modelo Elétrico Brasileiro.
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Respostas de 2

  1. JOÃO TOGNI disse:
    29 de outubro de 2025 às 23:07

    Toda hora inventam um órgão novo, uma bandeirinha nova, uma taxinha nova, a verdade é que tem atravessador demais nesta conversa, o contribuinte está carregando gente demais no sistema elétrico, geradoras, transmissoras, distribuidoras, financistas, é muita gente lucrando para pouca gente trabalhando.
    Já passou a hora de começar a enxugar o sistema elétrico, quanto menos atravessadores, menos lucros precisaremos pagar, e menos gente sangue suga nas costas do contribuinte.
    A falta de vergonha desta gente já passou do limite máximo tolerável.

    Responder
  2. João disse:
    28 de outubro de 2025 às 18:16

    A verdade é que tem muita empresa ganhando dinheiro nas costas do contribuinte.
    Esta na hora de enxugar o sistema, geradora, transmissora, distribuidora, é muito atravessador para ser sustentado pela população.

    Responder

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