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Gestão da energia ganha papel central no desenvolvimento do agro, afirma Moura

Companhia reforça portfólio com tecnologias para veículos, máquinas agrícolas e geração fotovoltaica, além de armazenamento e energia como serviço

Gestão da energia ganha papel central no desenvolvimento do agro, afirma Moura

Foto: Canal Solar

A gestão da energia começa a assumir um papel cada vez mais estratégico em fazendas, agroindústrias e pequenos negócios ligados ao setor que move o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

Em um cenário de maior pressão por produtividade, previsibilidade e controle de custos, a administração da infraestrutura energética deixa de ser uma questão de suporte e passa a ocupar o centro da eficiência operacional.

Na avaliação da Baterias Moura, desenvolvedora e fabricante de soluções em armazenamento de energia, esse movimento representa uma evolução natural do mercado. Segundo a empresa, o agro brasileiro já é digital, mecanizado e intensivo em energia, com o próximo salto de eficiência passando pela gestão inteligente desse insumo.

A empresa explica que no campo, a energia não impacta somente a disponibilidade de tratores, colheitadeiras e veículos de apoio, mas também sustenta sistemas de irrigação, bombeamento de água, armazenagem, refrigeração, unidades agroindustriais, fazendas com geração solar, estruturas off-grid e operações com alto custo de parada. Quando há falha, os impactos afetam janelas de produção e resultam em perdas operacionais.

É nesse contexto que a Moura reforça seu portfólio, que reúne desde baterias pesadas para veículos e máquinas agrícolas; baterias estacionárias para apoio à geração fotovoltaica; sistemas de armazenamento de energia e o modelo de Energia como Serviço.

Neste último, a proposta é apoiar o cliente em uma jornada mais completa, que passa por diagnóstico técnico, dimensionamento, fornecimento, instalação, operação assistida, monitoramento, manutenção e gestão da infraestrutura energética.

“Cada operação tem uma realidade própria. O desafio, muitas vezes, não é apenas adquirir um equipamento isolado, mas entender qual solução faz sentido para aquele perfil de consumo, nível de criticidade, integração com fontes renováveis, falhas de fornecimento da rede elétrica convencional, exposição a riscos, expectativa de desempenho e custo de parada. Nessa equação, o correto dimensionamento passa a ser tão estratégico quanto a tecnologia embarcada”, afirma Felipe Godoy, Diretor de Negócios Corporativos e Novos Mercados da Rede Moura.

A empresa destacou ainda que trabalha no pré-lançamento de um sistema de armazenamento de energia de pequeno porte, voltado para essas aplicações. A solução é direcionada para autoconsumo e também para o deslocamento do uso da energia para horários mais estratégicos.

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Raphael Guerra
Sobre o autor
Raphael Guerra

Jornalista formado na PUC Campinas. Atuou na Futpress, TV Século 21 e ENM. Possui experiência em podcast, televisão, rádio e assessoria de imprensa.

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