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Início / Artigos / Artigo de Opinião / Microgeração e MP do REDATA: por que o INEL decidiu entrar em campo

Microgeração e MP do REDATA: por que o INEL decidiu entrar em campo

Articulações em Brasília ligando datacenters, CDE e geração distribuída levam o INEL e a FREPEL a manterem vigilância redobrada
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  • Foto de Heber Galarce Heber Galarce
  • 4 de dezembro de 2025, às 15:05
2 min 24 seg de leitura
Instalação residencial área rural. Foto: Caio César Rubo/Reprodução

ano de 2025 tem sido especialmente intenso para quem acompanha o setor elétrico em Brasília. Na MP 1.304/2025, que tratou da modernização do marco elétrico, uma das propostas que mais preocupou o mercado foi a cobrança de R$ 20,00 a cada 100 kWh compensados na geração distribuída, amplamente noticiada pelos veículos especializados.

Nesse contexto, a atuação conjunta da FREPEL – Frente Parlamentar de Energia Limpa, sob liderança de seu presidente, deputado Lafayette de Andrada, e do INEL – Instituto Nacional de Energia Limpa, teve papel de destaque nas negociações que resultaram na retirada dessa cobrança para a microgeração junto à carga no texto final aprovado pelo Congresso.

Na esteira dessa mobilização bem-sucedida em defesa da GD, o INEL passou a monitorar com atenção outra frente sensível: a MP 1.318/2025, que institui o REDATA para datacenters. A discussão sobre custo de energia, CDE e competitividade de novos empreendimentos digitais abriu espaço para novas movimentações envolvendo micro e minigeração distribuída no debate parlamentar.

Sem antecipar juízos sobre o mérito dessas propostas, o INEL considera fundamental acender um alerta: o ano legislativo ainda não terminou, e as decisões tomadas nas próximas semanas podem ter efeitos duradouros sobre a microgeração. Por isso, o Instituto manterá, em articulação com a FREPEL e outros atores institucionais, uma postura de sentinela, acompanhando de perto a tramitação da MP do REDATA e qualquer tentativa de alteração que possa afetar a segurança jurídica da GD solar.

Para o INEL, a mensagem é simples: a defesa da geração distribuída continua sendo um compromisso central, e a vigilância técnica e institucional seguirá ativa na virada do ano, para que o avanço da infraestrutura digital venha acompanhado da preservação das conquistas da energia solar distribuída no Brasil.

Nesse mesmo sentido, o Movimento Solar Livre, em conjunto com a Coalizão das Frentes Estaduais de Geração Distribuída, reforça sua convergência com o INEL na proteção da microgeração, especialmente diante de novas articulações políticas que podem reabrir caminhos para taxações indevidas ou encargos adicionais sobre quem gera a própria energia.

A entidade acompanha com atenção cada movimento da MP do REDATA e reafirma que milhões de pequenos consumidores – famílias, pequenos comércios e agricultores familiares – já enfrentam uma das contas de energia mais altas do planeta, encontrando na energia solar no telhado o único alento possível para redução de custos e autonomia energética.

O MSL permanece mobilizado e preparado para uma grande atuação coordenada em Brasília, caso necessário, com o objetivo de assegurar que a microgeração não siga sendo alvo de iniciativas que comprometam direitos adquiridos e prejudiquem consumidores que investiram confiando na legislação vigente.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) microgeração
Foto de Heber Galarce
Heber Galarce
Formado em Administração de Empresas, empresário e consultor no setor de energia limpa e renovável. Atua com destaque, desde 2020, na presidência do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) na defesa dos interesses e no avanço das pautas centrais do setor de energia solar no Brasil.
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