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Início / Notícias / MME pretende abrir sandbox para armazenamento de energia

MME pretende abrir sandbox para armazenamento de energia

Na visão do governo, tecnologia proporcionará otimização da infraestrutura elétrica, com postergação de investimentos em expansão
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  • Foto de Wagner Freire Wagner Freire
  • 14 de junho de 2023, às 15:19
2 min 25 seg de leitura
Canal-Solar-MME-pretende-abrir-sandbox-para-armazenamento-de-energia.jpg
Em 2016, a ANEEL realizou um P&D Estratégico e atraiu 29 propostas, com investimento da ordem de R$ 558 milhões. Foto: Banco de Imagens

O MME (Ministério de Minas e Energia) pretende articular com os demais órgãos do setor elétrico a realização de um sandbox (ambiente de experimentação) para armazenamento de energia, incluindo projetos greenfield e brownfield, neste último caso utilizando como base o empreendimento implementado pela ISA Cteep em uma subestação em Registro, no interior de São Paulo.

A informação é de Thiago Prado, diretor de Planejamento e Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica do Ministério, que participou nesta quarta-feira (14) de um webinar sobre armazenamento de energia promovido pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Segundo o representante do MME, a tecnologia de armazenamento proporcionará otimização da infraestrutura elétrica existente, com a postergação de investimentos em expansão, flexibilidade para lidar com variações de oferta e demanda e redução de custos da operação.

Leia também:

  • ISA Cteep avalia novas oportunidades no negócio de baterias
  • ISA CTEEP inaugura 1º projeto de armazenamento em larga escala do Brasil
  • Mercado de armazenamento atingirá 500 GW até 2031, aponta WoodMac

Para Prato, além de planejar é preciso uma articulação setorial para que haja a devida apropriação política, regulatória, operacional e a definição de modelos comerciais de produtos e serviços para essa nova tecnologia.

De acordo com Christiano Vieira da Silva, diretor de Operação do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), uma alternativa a se estudar é a viabilidade de utilizar sistemas de armazenamento de energia com baterias instalados em pontos estratégicos da rede para aproveitar parte da energia que seria impedida de gerar, a partir do carregamento dessas baterias em período de restrição, despachando-a em outro período em que seja mais conveniente.

“Alguns casos conhecidos se repetem. Além das eólicas e fotovoltaicas no Nordeste, temos a energia vertida turbinável de Tucuruí e Belo Monte, praticamente todo o período úmido, principalmente na carga leve”, disse Vieira. Para ele, o armazenamento de energia desempenha um papel fundamental na melhoria da estabilidade, flexibilidade e confiabilidade da operação do sistema elétrico.

Na visão de Carmem Sanches, secretária adjunta de Inovação e Transição Energética da ANEEL, o principal desafio da regulamentação do armazenamento é capturar os benefícios econômicos das tecnologias e superar os custos de investimento e de operação e manutenção. A especialista aponta como sugestão regulatória a realização de leilões que permitam a participação de recursos de armazenamento e outras tecnologias de flexibilidade.

A ANEEL lembra que em 2016 foi realizado um Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Estratégico para armazenamento de energia, com cinco anos para serem executados. Na época, tiveram 29 propostas, com investimentos da ordem de R$ 558 milhões. Alguns projetos só foram finalizados neste ano por causa de atrasos causados pela pandemia de Covid-19.

ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) armazenamento de energia MME (Ministério de Minas e Energia) ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico)
Foto de Wagner Freire
Wagner Freire
Wagner Freire é jornalista graduado pela FMU. Atuou como repórter no Jornal da Energia, Canal Energia e Agência Estado. Cobre o setor elétrico desde 2011. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
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