• qua, 13 maio, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 22,33 GW
  • GD Solar: 47,97 GW
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
logo site canal solar
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos Elétricos
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Latam
  • Baterias
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos Elétricos
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Latam
  • Baterias
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos elétricos
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Cursos
  • Mercado Internacional
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos elétricos
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Cursos
  • Mercado Internacional
logo site canal solar
Início / Notícias / Política & Regulação / MPF pede suspensão imediata do LRCAP na Justiça

MPF pede suspensão imediata do LRCAP na Justiça

Órgão questiona preços e modelagem do leilão enquanto Justiça dá prazo de 48h para ANEEL e EPE se manifestarem
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Antonio Carlos Sil Antonio Carlos Sil
  • 13 de maio de 2026, às 09:06
3 min 13 seg de leitura
Foto: Antonio Augusto - MPF/Divulgação
Foto: Antonio Augusto - MPF/Divulgação

O MPF (Ministério Público Federal) pediu à Justiça Federal a suspensão imediata dos atos de homologação, adjudicação e assinatura dos contratos do LRCAP (Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência), ampliando a pressão institucional sobre um dos maiores certames do setor elétrico brasileiro.

A manifestação foi apresentada pela procuradora da República Luciana Loureiro de Oliveira em processo movido pela Abraenergias contra o leilão realizado em março.

O calendário do certame prevê homologação e adjudicação entre o fim de maio e o início de junho, com assinatura dos contratos 25 dias depois.

Segundo o MPF, as dúvidas sobre a legalidade da modelagem e dos preços contratados precisam ser esclarecidas antes da formalização definitiva dos contratos.

A procuradora sustenta que a suspensão temporária não comprometeria a segurança do sistema elétrico no curto prazo e afirma que “a não concessão da liminar, ao contrário, é que arrisca tornar concreto e invencível o prejuízo tarifário que se busca combater”.

Questionamentos

O LRCAP contratou cerca de 19 GW de potência de usinas termelétricas a gás natural e carvão, além de hidrelétricas, por contratos de até 15 anos. O modelo vem sendo criticado pelo potencial impacto tarifário, estimado em pelo menos 10% sobre a conta de luz.

Um dos principais pontos questionados é o aumento expressivo do preço-teto do certame. Segundo os documentos apresentados à Justiça, o valor praticamente dobrou em apenas três dias, passando de cerca de R$ 300 bilhões para mais de R$ 500 bilhões após revisão promovida pelo MME (Ministério de Minas e Energia).

Também há críticas ao baixo deságio observado no leilão, de aproximadamente 5%, indicando que os lances ficaram muito próximos do teto máximo permitido. Para os autores das ações, isso levanta dúvidas sobre a efetividade concorrencial do modelo adotado.

Outro eixo central das críticas envolve a priorização de fontes fósseis em detrimento de tecnologias de armazenamento, como baterias. Os questionamentos sustentam que tanto térmicas quanto sistemas de armazenamento poderiam atuar para reduzir riscos de apagão, mas com impactos ambientais e econômicos distintos.

Justiça cobra explicações

No âmbito judicial, o juiz federal Manoel Pedro Martins de Castro Filho determinou prazo de 48 horas para que União, ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e EPE (Empresa de Pesquisa Energética) se manifestem sobre os questionamentos apresentados.

O MPF pede que o governo apresente estudos de impacto do leilão, memória de cálculo que justificou a elevação do preço-teto e explicações sobre a escolha de termelétricas em vez de baterias, além de esclarecimentos sobre o modelo concorrencial adotado no certame.

Em resposta, o MME afirmou que o leilão foi conduzido “em estrita observância a todos os preceitos técnicos e legais” e informou que prestará os esclarecimentos necessários aos órgãos de controle.

Pressão do Congresso

Paralelamente à atuação do MPF, o Congresso Nacional já vinha ampliando iniciativas contra a conclusão do LRCAP.

O deputado Danilo Forte protocolou requerimento para acelerar a tramitação do PDL nº 2.608/2026, que propõe sustar o leilão. A intenção é levar o texto diretamente ao plenário da Câmara, sem análise prévia pelas comissões.

De autoria do deputado Marcel van Hattem e outros parlamentares, o PDL reúne argumentos semelhantes aos apresentados nas ações judiciais. Entre eles, estão alegações de favorecimento a fontes fósseis, ausência de AIR (Análise de Impacto Regulatório), aumento abrupto do preço-teto e possível afronta aos princípios de modicidade tarifária e proteção ambiental.

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) EPE (Empresa de Pesquisa Energética) LRCAP 2026 MPF
Foto de Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil é jornalista formado pela FMU/FIAM. Atuou como repórter pela Brasil Energia, além de serviços prestados para Agência Estado, Exame e Canal Energia. Trabalhou em assessorias de comunicação da CPFL Energia, CESP e AES Tietê. Cobre setor elétrico desde 2000. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
AnteriorAnterior

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

O mercado livre de energia continua crescendo no Brasil, mas em um ritmo mais moderado em 2026. Segundo dados divulgados pela CCEE, mais de 4.800 consumidores migraram para o ambiente livre no primeiro trimestre deste ano. Apesar do número expressivo, o volume representa uma queda de 36,5% em relação ao mesmo período de 2025. Mas o que isso significa na prática? No mercado livre, consumidores podem escolher de quem comprar energia e negociar preços, prazos e condições contratuais. Isso aumenta a competitividade e pode gerar redução de custos para empresas. Segundo a CCEE, o setor vive agora um movimento natural de acomodação após a forte expansão registrada em 2024 e 2025, quando houve a abertura total do segmento de alta tensão. Mesmo com a desaceleração, o número de novos entrantes segue elevado na comparação com a média observada até 2023. E você, acredita que o mercado livre ainda deve acelerar nos próximos anos?

ANEEL deve analisar prorrogação da suspensão de ressarcimentos a eólicas e solares por constrained-off

Empresários cobram revisão nos critérios de formação de preços da energia elétrica

Empresários cobram revisão nos critérios de formação de preços da energia elétrica

Mais Notícias

Ver Mais

Consulta pública da ANEEL: responsabilidade regulatória e defesa da revolução solar

O mercado livre de energia continua crescendo no Brasil, mas em um ritmo mais moderado em 2026. Segundo dados divulgados pela CCEE, mais de 4.800 consumidores migraram para o ambiente livre no primeiro trimestre deste ano. Apesar do número expressivo, o volume representa uma queda de 36,5% em relação ao mesmo período de 2025. Mas o que isso significa na prática? No mercado livre, consumidores podem escolher de quem comprar energia e negociar preços, prazos e condições contratuais. Isso aumenta a competitividade e pode gerar redução de custos para empresas. Segundo a CCEE, o setor vive agora um movimento natural de acomodação após a forte expansão registrada em 2024 e 2025, quando houve a abertura total do segmento de alta tensão. Mesmo com a desaceleração, o número de novos entrantes segue elevado na comparação com a média observada até 2023. E você, acredita que o mercado livre ainda deve acelerar nos próximos anos?

ANEEL deve analisar prorrogação da suspensão de ressarcimentos a eólicas e solares por constrained-off

Migrações para o mercado livre de energia caem 36,5% no 1º trimestre

Migrações para o mercado livre de energia caem 36,5% no 1º trimestre

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Projetos
  • Revista
  • Veículos Elétricos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Privacidade
  • Política de Qualidade
  • Trabalhe Conosco
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2026 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523
Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Preencha os dados acima e receba seu exemplar gratuito da revista canal solar