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Início / Artigos / Artigo Técnico / Diferença entre módulos bifaciais e monofaciais

Diferença entre módulos bifaciais e monofaciais

Além das diferenças estruturais, existe a distinção da durabilidade
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  • Foto de Redação Canal Solar Redação Canal Solar
  • 21 de junho de 2022, às 13:37
3 min 40 seg de leitura
Canal Solar Diferença entre módulos bifaciais e monofaciais
Os módulos bifaciais empregam células um pouco diferentes daquelas usadas nos módulos convencionais. Foto: JA Solar/Divulgação

Este artigo foi adaptado do original em inglês publicado pela JA Solar

Existem dois tipos de módulos fotovoltaicos: os monofaciais, que absorvem irradiação solar somente na face frontal, e os bifaciais, que absorvem irradiação solar em ambas as faces (frontal e traseira). Os módulos bifaciais empregam células um pouco diferentes daquelas usadas nos módulos convencionais.

Enquanto as células fotovoltaicas convencionais possuem a parte traseira metalizada, as células bifaciais possuem na face traseira uma metalização semelhante à usada na parte frontal – o que permite que ambas as faces possam absorver a luz solar. Além disso, enquanto os módulos convencionais (monofaciais) são revestidos na parte traseira por uma folha polimérica opaca (backsheet), os módulos bifaciais podem possuir na parte traseira uma folha plástica transparente ou uma segunda lâmina de vidro.

Figura 1 – Composição dos módulos monofaciais e bifaciais. Fonte: JA Solar

Descubra também: Energia solar e sustentabilidade: qual a sua relação?

Por consequência desta diferença, os módulos bifaciais são capazes de absorver irradiação solar em ambos os lados (frontal e traseiro), conforme exemplifica a Figura 2 a seguir.

Figura 2 – Absorção de Irradiação solar nos módulos. Fonte: JA Solar

Além das diferenças estruturais, uma diferença que precisa ser abordada entre os dois tipos de módulos é a questão da durabilidade. Os módulos bifaciais com vidro traseiro têm geralmente 5 anos a mais de garantia que os módulos monofaciais. Devido à diferença construtiva em relação aos módulos monofaciais, os bifaciais com vidro traseiro possuem um risco menor de microfissuras nas células fotovoltaicas, já que o centro do módulo sofre menor estresse mecânico – conforme ilustrado na Figura 3.

Figura 3 – Termografia de estresse mecânico. Fonte: JA Solar.

Outra vantagem dos módulos bifaciais é a menor quantidade de hotspots presentes nos módulos, já que o coeficiente térmico do vidro é maior que o do backsheet, conforme mostrado na Figura 4. Além disso, em decorrência dessa diferença os módulos bifaciais possuem eficiência maior em locais com baixa ventilação.

Figura 4 – Coeficientes térmicos dos módulos. Fonte: JA Solar.

Por conta dessas diferenças é possível ver graficamente (considerando a LID – degradação induzida por luz – inicial de 2% e a degradação anual de potência de 0,45% e 0,55 para bifaciais e monofaciais, respectivamente) a relação de garantia de performance e a degradação entre os módulos conforme a Figura 5, visto que os módulos bifaciais, por conta do vidro na parte traseira, têm maior eficiência e menor degradação.

Figura 5 – Comparativo entre garantia e degradação dos módulos. Fonte: JA Solar.

Outro ponto importante é a questão do albedo nos módulos bifaciais. Por conta da presença do vidro na parte traseira do módulo, a reflectância da irradiação no solo (luz indireta) influencia ainda mais o ganho de geração de energia. Então, comparando módulos bifaciais e monofaciais de mesma potência, os bifaciais têm uma geração maior de energia em relação aos monofaciais. Esse ganho de geração é medido pelo fator de bifacialidade (FB), que matematicamente é expresso por:

FB = Pmax,traseira / Pmax,frontal

Onde:

Pmax,traseira: potência máxima devido à luz recebia na parte traseira do módulo;

Pmax,frontal: potência máxima devido à luz recebia na parte frontal do módulo em STC.

Geralmente esse dado sempre está presente nas folhas de dados dos módulos bifaciais, como exemplificado na tabela abaixo.

Tabela: Dados do módulo bifacial mono-PERC Half-cell 330-350W, modelo JAM60D10/MB. Fonte: JA Solar

Por fim, e não menos importante, os módulos diferem em sua classificação de resistência a fogo, pelo fato de a parte traseira dos bifaciais possuir vidro no lugar do revestimento polimérico. Os módulos bifaciais possuem uma classificação nível A (melhor resistência ao fogo), enquanto os módulos monofaciais, por possuírem backsheet plástico na parte traseira, possuem uma classificação nível C (resistência básica ao fogo).

JA Solar
Foto de Redação Canal Solar
Redação Canal Solar
Conteúdo assinado por especialistas e colaboradores do Canal Solar, com análises técnicas, reflexões práticas e experiências do setor de energia solar.
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Respostas de 2

  1. Mauricio Bento disse:
    22 de junho de 2022 às 10:22

    Amigo, você não fez nenhuma consideração quanto a distância que esses módulos precisam estar distante do solo para que tenha alguma eficiência. Outra coisa, no seu próprio desenho de exemplificação o sol fica à frente dos módulos, como que entra aquela incidência de luz por trás do módulo?

    Responder
    1. Eduardo Bueno disse:
      30 de novembro de 2022 às 14:23

      Boa tarde, Mauricio, tudo bem? A primeira consideração é relativa, obviamente que numa estrutura de telhado a eficiência traseira é mínima, mas em uma estrutura de solo, pode variar de acordo com o tipo de solo do sistema, onde o albedo também influencia essa eficiência traseira. E a segunda consideração, a captação de raios solares pela parte traseira é feita de forma indireta, seja pela reflexão do raio solar ao solo, como também pela reflexão dos raios que incidem no módulo e retornam a parte traseira, já que os módulos bifaciais são revestidos por vidro na parte frontal e traseira.

      Responder

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