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Início / Notícias / Mercado & Investimentos / Queda da taxa Selic: qual o impacto no mercado fotovoltaico?

Queda da taxa Selic: qual o impacto no mercado fotovoltaico?

Copom reduziu a taxa básica de juros da economia de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano
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  • Foto de Ericka Araújo Ericka Araújo
  • 21 de setembro de 2023, às 17:37
5 min 2 seg de leitura
CanalSolar Queda da taxa Selic qual o impacto no mercado fotovoltaico
Decisão foi anunciada pelo Copom do Banco Central. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, reduziu, nesta quarta-feira (20), de 13,25% para 12,75% ao ano a taxa básica de juros, a Selic. A decisão foi unânime e marcou o segundo corte seguido. Com isso, esse é o valor mais baixo da Selic dos últimos 16 meses.

Na divulgação da nova taxa, o Copom avaliou que esse será o ritmo adequado para manter a política monetária contracionista (juros que desestimulam a economia) necessária para controlar a inflação no país.

A diminuição na taxa de juros já era aguardada pelo mercado financeiro, com projeções ainda mais otimistas que projetavam queda de 0,75% na Selic.

Qual o impacto no mercado fotovoltaico?

A diminuição na taxa Selic deve ter impacto positivo para quem deseja viabilizar a instalação de um sistema fotovoltaico em sua residência, comércio e indústria por meio de um financiamento.

Isso porque com a taxa Selic baixa, as condições para financiamento de sistemas fotovoltaicos podem ser mais favoráveis, pois as taxas de juros para empréstimos tendem a ser mais baixas, reduzindo o custo total do investimento em energia solar.

A decisão do Copom foi vista como positiva por Leandro Martins, presidente da Ecori Energia Solar. “Vemos com bons olhos a redução da taxa Selic, o que contribui diretamente para a expansão do crédito”, destacou.

“Nosso mercado é muito dependente disso e cerca de dois terços dos consumidores recorrem ao financiamento para adquirir o seu sistema fotovoltaico. Essa volta de acesso ao crédito é fundamental para a retomada de crescimento do nosso setor”, acrescentou Martins.

Thiago Diniz, diretor do Banco Genyx, também avaliou o anúncio do Copom como positivo. “Os dois cortes consecutivos na Selic, e o fechamento da curva de juros reais no Brasil, trazem perspectivas positivas para o crescimento e o desenvolvimento da energia solar. Mas essa redução para 12,75%, anunciada pelo Copom nesta quarta-feira, não é algo que vá afetar os financiamentos de imediato dos kits fotovoltaicos”, analisou.

Embora tenha destacado que não seja imediato, Diniz pontuou que a expectativa de uma redução gradual da Selic já está influenciando positivamente a precificação dos financiamentos de longo prazo.

“Os prazos de pagamento podem se estender por até 96 meses, incluindo quatro a seis meses de carência. Isso significa que, embora a redução não seja instantânea, os consumidores e as empresas podem antecipar taxas de financiamento mais favoráveis no futuro próximo”, explicou.

“Fazendo uma projeção, com a Selic variando em torno de 8% a 9% ao ano, as parcelas de financiamento podem competir ou até mesmo ser inferiores ao custo da conta de energia convencional, permitindo que a economia proporcionada cubra os custos do financiamento”, acrescentou.

O diretor do Banco Genyx ainda ressaltou outros fatores que estão contribuindo para uma expectativa de melhora para o setor. “Além da redução na Selic, observa-se uma diminuição nos preços da matéria-prima dos equipamentos solares e uma desvalorização do dólar. Estes três fatores, juntos, ajudam a derrubar o preço final para o consumidor e, por consequência, favorecem o financiamento dos projetos – com taxas mais atrativas para os consumidores”, analisou.

Marcelo Abuhamad, CEO do Bonö Group, compartilha da opinião de Martins e de Diniz e destacou que a baixa da taxa de juros realizada pelo Copom melhora o acesso ao crédito, para que mais pessoas consigam acessar recursos e viabilizarem os seus projetos.

“Isso, atrelado a um Capex mais baixo para o setor fotovoltaico, cria um efeito positivo dobrado. Então, temos o preço dos equipamentos em patamares mais baixos atrelado agora a uma taxa de juros mais atrativa, e com previsão de queda até o final do ano, o que faz com que cada vez mais o mercado fotovoltaico se aqueça e melhore os patamares comerciais de venda e aplicação das usinas solares”, enfatizou.

Giovani Cantú, diretor Financeiro da Nexen, acrescentou que o anúncio da taxa Selic vem para agregar outros fatores que propiciam oportunidades para o setor solar.

“Agora, com juros em queda, combinado a outros fatores como câmbio estável e preços dos componentes fotovoltaicos, estamos convictos de que estamos no melhor momento historicamente para quem quer instalar o seu sistema fotovoltaico, seja para proporcionar economia com o seu próprio consumo de energia ou mesmo para quem está interessado em gerar uma renda passiva a partir do aluguel de usinas”, opinou.

Por fim, Márcio Pina, diretor de distribuição Solar do Grupo Tangipar, analisou que o anúncio do Copom, mais que impactar na parcela do financiamento, traz um otimismo para o consumidor brasileiro.

“Essa diminuição da Selic não é tão significativa assim na parcela do cliente, mas o impacto emocional sim. O sentimento de que o poder de compra por meio de financiamento vai aumentar bastante por parte do brasileiro, sem contar que o brasileiro está conseguindo, à medida que se aproxima o fim do ano, resolver problemas com restrição de nome”, pontuou.

“Este último fator facilita no momento da aprovação porque hoje há um índice de reprovação de crédito muito grande devido a restrições. Com isso, é esperado um índice muito positivo de financiamento no setor solar”, concluiu Pina.

Harry Neto, head de Energia Solar Distribuída da WEG, também pontuou que a queda na taxa de juros vai impactar positivamente os consumidores residenciais. “A parte de kit residencial , muito atrelado a financiamento, deve se beneficiar desse movimento de queda de juros. Aliado a isso, os bancos estão vendo que serviços de qualidade com produtos de qualidade tem menores inadimplência. O mercado está amadurecendo e devemos avançar na liberação de financiamento e retorno nas vendas”, comentou.

A próxima reunião do Copom está marcada para 31 de outubro e 1º de novembro. Analistas de mercado esperam que a Selic chegue ao fim de 2023 em 11,5% ao ano.

Foto de Ericka Araújo
Ericka Araújo
Gerente de Comunicação do Canal Solar. Host do Papo Solar. Desde 2020, acompanha o mercado de energias renováveis. Possui experiência em produção de podcast, programas de entrevistas e elaboração de matérias jornalísticas. Em 2019, recebeu o Prêmio Jornalista Tropical 2019 pela SBMT e o Prêmio FEAC de Jornalismo.
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