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Artigo de Opinião

To BESS or not to BESS?

Artigo mostra como movimento acelerado do armazenamento acende alerta para assertividade em projetos

To BESS or not to BESS?

Foto: Ilustração

Tomando a liberdade de parodiar William Shakespeare com “TO BE OR NOT BE“, a famosa reflexão nunca fez tanto sentido no nosso mercado quanto agora.

O setor solar está passando por uma transformação clara: o armazenamento de energia deixou de ser tendência e passou a ser necessidade. E, nesse cenário, todos estão correndo para o BESS (Battery Energy Storage System).

Mas a pergunta que realmente importa não é apenas adotar ou não adotar. E sim: estamos preparados para isso?Hoje, vejo um movimento acelerado de instaladores e distribuidores buscando soluções em armazenamento. Porém, junto com essa evolução, surgem alguns desafios importantes:

  • Falta de capacitação técnica;
  • Falta de informação confiável por parte de quem procura a solução;
  • Falta de comunicação clara entre fabricantes, distribuidores e integradores

e mais, o que se via muito de propagandas fabricantes de placas solares e inversores mudou, agora percebemos que todos produzem BESS, sejam fabricantes de placas ou inversores e até outros equipamentos.

E como ouvi, em um recente evento do setor, estamos em um Corrida do Ouro, e como no velho oeste, muitos tiros estão sendo dados e como podemos ver para todos os lados. E isso pode comprometer diretamente a qualidade e a assertividade dos projetos.

Muitos buscam o preço do sistema, antes de um diagnóstico completo da necessidade do cliente, e  muitas vezes ouvimos: o do concorrente está mais barato! Sem antes ter a informação correta de onde será aplicado e quais os requisitos de cada equipamento e fabricante.

BESS não é apenas mais um produto no portfólio ou de uma prateleira em um armazém. É uma solução complexa, que exige conhecimento, planejamento e integração correta com o sistema, muita engenharia e cálculos assertivos.

Sem isso, o risco de erros aumenta e o resultado fica muito abaixo do potencial que o armazenamento pode entregar e consequentemente  traz uma experiência ruim para o cliente e também para toda a cadeia envolvida. Por isso, mais do que decidir “ir para o BESS”, é fundamental ir da forma correta.

É exatamente nesse ponto que entra o nosso papel, como profissionais do setor, e trabalhar fortemente para apoiar o mercado com:

  • Capacitação técnica
  • Conteúdo de qualidade
  • Comunicação próxima com distribuidores e instaladores
  • E principalmente soluções confiáveis para cada aplicação, definida corretamente.

Nosso objetivo é claro: ajudar o mercado a evoluir com segurança, garantindo projetos mais assertivos, eficientes e sustentáveis.

Porque, no final, a questão não é apenas: To BESS or not to BESS…mas sim: What will be the right way to BESS? Ou qual o caminho correto para o BESS?

Simples não é. Mas é uma grande solução e será o grande futuro do setor, se trabalharmos de uma forma profissional e focados em resultados e não apenas preço.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

Carlos Trotta
Sobre o autor
Carlos Trotta

Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; Pós-Graduado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela Universidade São Francisco – USF; Especialista em Computação Gráfica na School of Visual Arts – NEW YORK / EUA e Especialização em Energia Solar pela Unicamp; Atualmente : Country Manager Brasil da DYNESS baterias.

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