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Mercado FV: empresas apostam na compra de equipamentos

Segundo empresas, Lei 14.300 e a alta na conta de luz fará solar crescer em 2022

Autor: 13 de janeiro de 2022junho 2nd, 2022Brasil
Mercado FV: empresas apostam na compra de equipamentos

Empresas do setor fotovoltaico esperam grande faturamento em 2022. Foto: Mega Solar/Divulgação

Após a publicação da Lei 14.300, muitas empresas brasileiras já estão vislumbrando um mercado mais aquecido do setor de energia solar para 2022 e comprando equipamentos para atender as expectativas de seus clientes e manter o estoque cheio de produtos.

Leandro Martins, presidente da Ecori Energia Solar, explica que a expectativa é que o mercado nacional multiplique seus crescimentos em relação a 2021. “Estamos preparados para um crescimento de 150% em 2022, graças a vários produtos disruptivos que estamos adicionando ao nosso portfólio, como os microinversores QT2D e DS3D, da APsystems, e outros fabricantes”, comentou. 

Roberto Caurim, CEO da Bluesun, acredita que o crescimento esperado para o setor neste ano também se dá por uma conjunção de fatores. Além da criação do Marco Legal da GD (geração distribuída), ele chama a atenção para o custo da energia elétrica, que tende a continuar subindo em 2022.

“O mercado fotovoltaico tende a crescer muito neste ano. A Bluesun intensificou as suas compras e sua programação com fornecedores internos e externos e impulsionou a venda de ao menos 300 MW esse ano. Será um ano excelente e de muita expansão do mercado fotovoltaico. Podem acreditar”, disse o executivo. 

Entre os integradores, a impressão é a mesma: de que a fonte tem tudo para crescer como em nenhum outro momento da história. Projeções recentes, por exemplo, apontam que o Brasil deverá encerrar 2022 com quase 25 GW de capacidade instalada em energia solar, o que representaria um crescimento de mais de 90% em relação aos números atuais do país, que hoje tem pouco mais de 13 GW.

Geovani Magalhães, CEO da GSE Gruop, conta que pretende dobrar o faturamento da companhia em 2022. “Investimos em infraestrutura, armazenamento e homologação de equipes terceirizadas. Também compramos uma empresa que é homologada pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e credenciada para fazer obras de redes”, disse ele. 

“O nosso planejamento é duplicar o faturamento em relação a 2021 e para isso tivemos que tomar muitas decisões para que pudéssemos atender as demandas. Nossos investimentos foram feitos em todos os setores: administrativo, financeiro e fiscal. Também fizemos estoque e contatos com novos fornecedores”, finalizou Magalhães. 

Henrique Hein

Henrique Hein

Atuou como repórter no jornal Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de matérias jornalísticas. Acompanha o setor de energia solar fotovoltaica, cobrindo as editorias de Mercado e Tendências; Negócios e Empresas; Cases e Bastidores da Política.

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