GC Solar 22,51 GW GD Solar 49,74 GW

Resultados para “gd”

Canal Solar - Juros, curtailment e modulação mantêm financiamentos de renováveis 22% abaixo do recorde de 2022
Mercado & Investimentos

Financiamento para renováveis segue 22% abaixo do pico histórico de 2022, aponta CELA

Juros, curtailment e modulação mantêm o setor abaixo do recorde, apesar da recuperação registrada em alguns segmentos

Henrique Hein · 12 jun
Canal Solar - Carrefour fecha acordo com GreenYellow para instalar projetos Grid Zero em 54 lojas
Mercado & Investimentos

Carrefour fecha acordo com GreenYellow para projetos Grid Zero em 54 lojas

Projeto prevê investimentos de aproximadamente R$ 100 milhões, com produção anual estimada em 56 GWh

Henrique Hein · 11 jun
Canal Solar - Após cortes inéditos, Silveira diz que plano emergencial do ONS foi “pontual e assertivo”
Política & Regulação

Após cortes inéditos, Silveira diz que plano emergencial do ONS foi “pontual e assertivo”

Segundo o ministro, medida adotada pelo Operador no último domingo (7) foi necessária para garantir a estabilidade do SIN

Henrique Hein · 9 jun
Canal Solar - Plano emergencial do ONS expõe atraso da infraestrutura elétrica brasileira, avalia ABSOLAR
Mercado & Investimentos

Plano emergencial do ONS expõe atraso da infraestrutura elétrica brasileira, avaliam associações

Para a ABSOLAR e Apine, episódio apenas reforça necessidade do país se adaptar à expansão das fontes renováveis

Henrique Hein · 8 jun
Canal Solar - Do debate regulatório à contratação de potência o armazenamento de energia e os primeiros leilões de baterias no Brasil
Artigo de Opinião

Do debate regulatório à contratação de potência: o armazenamento de energia e os primeiros leilões de baterias no Brasil

Confira um panorama completo sobre o primeiro leilão de baterias do Brasil e acesse estudo elaborado pelo TAGD Advogados

Marvin Menezes · 3 jun
Hoymiles abre portas de sua sede global para missão empresarial organizada pelo SEBRAE e ABSOLAR
Mercado & Investimentos

Hoymiles abre portas de sua sede global para missão empresarial organizada pelo SEBRAE e ABSOLAR

Visita apresentou tecnologias voltadas à GD, armazenamento, eletrônica de potência e gestão inteligente para gestão energética

Caique Amorim · 3 jun
O "Gato Solar" e o desafio regulatório
Artigo de Opinião

O “Gato Solar” e o desafio regulatório

A era do crescimento desenfreado da energia fotovoltaica no Brasil chega ao fim?

Marina Meyer Falcão · 1 jun
Artigo de Opinião

Autoprodução no mercado livre após a Lei 15.269 e novas regras da ANEEL e CCEE

Por que a estrutura jurídica passou a ser tão importante quanto o preço da energia?

Juliana de Oliveira · 29 maio
TBEA apresenta tecnologias solares e armazenamento inteligente na SNEC 2026
Mercado Internacional

TBEA apresenta tecnologias solares e armazenamento inteligente na SNEC 2026

Empresa exibirá plataformas digitais, inversores e sistemas integrados para diferentes aplicações energéticas

Raphael Guerra · 27 maio
O setor elétrico brasileiro vive uma transição histórica. Após mais de uma década de crescimento acelerado da geração distribuída fotovoltaica, uma nova etapa tecnológica começa a ganhar protagonismo mundial: os sistemas híbridos com baterias, EMS (Energy Management Systems), controle dinâmico de exportação e operação “zero grid”. Essas tecnologias representam uma mudança profunda no paradigma energético tradicional. Pela primeira vez, consumidores passam a: Armazenar energia; Controlar dinamicamente sua interação com a rede; Reduzir exportações; Deslocar consumo; Operar parcialmente de forma autônoma; Mitigar impactos sistêmicos localmente. No entanto, justamente no momento em que o armazenamento distribuído começa a se tornar economicamente viável no Brasil, multiplicam-se relatos de: Negativas sistemáticas de acesso; Inviabilização prática de projetos híbridos; Exigências técnicas pouco transparentes; Solicitações de “homologações” sem rito público claramente definido. O fenômeno chama atenção porque muitos desses sistemas: Possuem baterias; Utilizam EMS; Operam em “zero export”; Não injetam energia na rede; Utilizam equipamentos certificados internacionalmente; Atendem normas técnicas reconhecidas. Ainda assim, vêm sendo recusados ou inviabilizados operacionalmente. A questão que emerge é inevitável: estaria sendo criado, na prática, um bloqueio silencioso ao mercado de armazenamento distribuído no Brasil? A inversão de fluxo e a mudança do paradigma regulatório Historicamente, os sistemas de distribuição elétrica foram concebidos para operar em fluxo unidirecional: Da geração centralizada; Para os consumidores finais. A expansão acelerada da geração distribuída alterou essa lógica. Em diversas regiões do país, passaram a surgir cenários de: Exportação reversa; Elevação de tensão; Alteração do carregamento dos alimentadores; Inversão de fluxo nos transformadores. Sob o ponto de vista técnico, trata-se de uma preocupação legítima. A própria Resolução Normativa ANEEL nº 1000/2021 reconhece a necessidade de estudos de impacto sistêmico para conexão de geração distribuída. Entretanto, o próprio regulador também passou a reconhecer explicitamente: Sistemas sem exportação; Controle de potência injetada; Mecanismos de limitação dinâmica; Operação “grid zero”. Ou seja, o arcabouço regulatório brasileiro já admite que sistemas modernos possam operar sem provocar os impactos tradicionalmente associados à geração distribuída convencional. Esse ponto é fundamental. A própria CPFL reconhece oficialmente os sistemas zero grid A discussão ganha contornos ainda mais relevantes quando se analisa a própria documentação técnica da distribuidora. A GED DIST-19397-2025 reconhece explicitamente: Sistemas híbridos; Sistemas de armazenamento; Controle de exportação; Arbitragem energética; Operação ilhada; Funcionalidades zero-grid. A norma estabelece textualmente “tais arranjos não devem possibilitar a injeção de potência ativa na rede elétrica da distribuidora, ou seja, devem suprir a carga local e ter funcionalidade zero-grid”. Esse trecho possui enorme relevância técnica e regulatória. Ele demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito operacional existe; A distribuidora admite formalmente a funcionalidade. Mais do que isso, a GED afirma: “os sistemas híbridos têm se tornado uma excelente solução para a integração de MMGDs” e complementa: “principalmente com o intuito de evitar a inversão de fluxo” Esse talvez seja um dos pontos mais importantes de toda a discussão. A própria norma técnica da distribuidora reconhece oficialmente que baterias, EMS, controle de exportação e sistemas híbridos podem funcionar justamente como mecanismos mitigadores do principal fundamento hoje utilizado para negativas de acesso: a inversão de fluxo. O paradoxo técnico Aqui surge um paradoxo regulatório extremamente relevante. Se: A inversão de fluxo é o problema; E baterias podem mitigá-la; E sistemas zero grid não exportam potência ativa. Por qual razão esses sistemas vêm sendo progressivamente inviabilizados? Sob o ponto de vista técnico, um sistema híbrido moderno possui comportamento profundamente diferente de uma usina fotovoltaica convencional. Enquanto sistemas tradicionais: Geram passivamente; Exportam excedentes automaticamente; Possuem baixa inteligência operacional. Os sistemas híbridos: Monitoram fluxo instantaneamente; Ajustam geração em tempo real; Controlam exportação; Carregam baterias; Reduzem injeção; Respondem dinamicamente à carga local. Em muitos casos, a bateria passa justamente a absorver os excedentes que anteriormente seriam exportados para a rede. Ou seja, o armazenamento distribuído pode atuar não como agravante, mas como solução mitigadora dos impactos sistêmicos da geração distribuída. E isso é reconhecido pela própria GED da CPFL. O Manual 150217/2025 da CPFL e a modelagem dos estudos de inversão de fluxo O ponto mais sensível da discussão talvez esteja na metodologia de análise atualmente utilizada. O “Manual de Instruções para Análise dos Orçamentos Estimado e de Conexão para Sistemas de Micro e Minigeração Distribuída” da CPFL descreve detalhadamente: Os estudos de fluxo de potência; A modelagem das cargas; A modelagem das curvas de geração; Os critérios de análise de inversão de fluxo. O documento deixa claro que os estudos utilizam: Curvas típicas; Médias estatísticas; Geração presumida; Perfis padronizados de consumo e geração. A metodologia considera: Curvas médias; Perfis históricos; Modelagem estatística; Comportamento agregado dos consumidores. Isso é absolutamente normal em engenharia elétrica. O problema surge quando essa mesma metodologia passa a ser utilizada para avaliar sistemas híbridos inteligentes de comportamento dinâmico. Sistemas inteligentes sendo analisados como geração passiva O próprio manual praticamente não aprofunda: Modelagem dinâmica de EMS; Controle instantâneo de exportação; Despacho inteligente de baterias; Comportamento transitório dos SAEs; Lógica operacional de “zero export”. Na prática, isso levanta uma hipótese técnica extremamente relevante: os estudos atualmente utilizados podem ainda estar modelando sistemas híbridos modernos como se fossem geração fotovoltaica convencional passiva. Essa distinção é gigantesca. Porque um sistema com EMS, bateria, resposta em milissegundos, controle dinâmico e limitação instantânea de exportação não possui comportamento equivalente a um sistema fotovoltaico convencional. Essa talvez seja hoje a principal discussão técnica do setor elétrico distribuído brasileiro. A exigência de homologações sem rito público claro. Outro ponto crítico é o crescente relato de exigências relacionadas a homologação de: EMS; Inversores híbridos; Sistemas “zero export”; Controladores de exportação. Em princípio, exigir segurança técnica é legítimo. Entretanto, o problema surge quando: Não existe rito público transparente; Não existe lista pública consolidada; Não existem laboratórios oficialmente definidos; Não existem critérios amplamente divulgados; Não existem prazos claros de análise. Na prática, cria-se uma situação potencialmente impossível de cumprir. E aqui aparece outro aspecto extremamente relevante: a própria GED DIST-19397-2025 aparentemente não estabelece um sistema formal de homologação prévia compulsória nos moldes operacionalmente relatados pelo mercado. O documento exige principalmente: Comprovação funcional; Ensaios; Documentação técnica do fabricante. A GED estabelece “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema” e “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema caso opere de modo a Limitar a Potência Injetada”. Isso sugere que: A lógica normativa está centrada na comprovação técnica; Não necessariamente em homologações discricionárias sem operacionalização pública clara. A GED 15303 e a questão da microgeração Outro ponto relevante é que a própria GED 15303 reconhece os limites regulatórios definidos pela ANEEL para microgeração distribuída. Ou seja: Microgeração continua reconhecida até 75 kW; Não existe previsão normativa explícita de bloqueio generalizado de sistemas híbridos; Não existe, no arcabouço regulatório superior, limitação generalizada em patamares próximos de 7,5 kW. Isso torna ainda mais relevante o debate sobre possíveis barreiras indiretas que estariam sendo criadas operacionalmente. O risco de um bloqueio tecnológico indireto. Quando: A ANEEL reconhece zero grid; A distribuidora reconhece sistemas híbridos; As GEDs reconhecem baterias como mitigadoras de fluxo reverso; mas simultaneamente: Projetos deixam de ser aprovados; Exigências se tornam praticamente impossíveis; Critérios deixam de ser transparentes; O mercado perde previsibilidade. Forma-se um cenário potencialmente caracterizável como bloqueio tecnológico indireto. E isso possui impactos profundos. O impacto econômico do bloqueio do armazenamento O mercado de armazenamento distribuído representa: Modernização da infraestrutura elétrica; Aumento de resiliência; Suporte em apagões; Mitigação de picos; Redução de demanda; Maior estabilidade sistêmica; Avanço tecnológico nacional. Além disso, trata-se de um setor intensivo em: Engenharia; Software; Automação; Eletrônica de potência; Qualificação técnica. Sua inviabilização prática pode: Afastar investimentos; Reduzir competitividade; Eliminar empregos; Retardar inovação; Atrasar a transição energética brasileira. A aparente divergência entre norma e prática operacional A leitura conjunta da REN 1000, do PRODIST, das GEDs da CPFL e do Manual 150217/2025; sugere uma possível divergência entre o reconhecimento normativo da tecnologia e a operacionalização prática do processo de conexão. As normas reconhecem híbridos, “zero grid”, arbitragem energética, mitigação de fluxo reverso e EMS. Mas o mercado relata negativas amplas, insegurança regulatória, ausência de previsibilidade, critérios pouco transparentes. Esse cenário gera judicialização crescente, retração do mercado, insegurança jurídica e deterioração da confiança regulatória. O setor precisa de clareza, não de ausência de regras O debate não deve ser conduzido como “liberar tudo” ou “eliminar critérios técnicos”. O setor precisa de critérios objetivos, transparência metodológica, previsibilidade, procedimentos auditáveis e alinhamento entre norma e prática operacional. Se sistemas “zero export” exigem validação específica, então o mercado precisa conhecer os critérios, os ensaios exigidos, os laboratórios aceitos, os equipamentos aprovados, os processos e os prazos. Sem isso, cria-se um ambiente incompatível com a segurança regulatória. Conclusão O debate sobre sistemas híbridos e armazenamento distribuído deixou de ser apenas uma discussão técnica. Ele passou a representar uma discussão estratégica sobre inovação, descentralização energética, modernização do setor elétrico, competitividade tecnológica e futuro da transição energética brasileira. A própria documentação técnica da CPFL demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito “zero grid” existe; Baterias são admitidas como mitigadoras da inversão de fluxo; Sistemas híbridos possuem respaldo normativo. Por isso, a principal questão já não parece ser “se a tecnologia pode existir”. A discussão central passa a ser: como impedir que exigências técnicas sem transparência, sem rito público claro ou sem adaptação metodológica acabem funcionando, na prática, como mecanismos silenciosos de bloqueio do mercado de armazenamento distribuído no Brasil. O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil
Artigo de Opinião

O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil

Como exigências técnicas sem transparência regulatória podem estar inviabilizando sistemas híbridos, baterias e tecnologias zero grid

Eduardo Nicol · 27 maio
Canal Solar - Anhanguera, Bandeirantes, Dutra e outras rodovias de SP terão energia solar em suas operações
Mercado & Investimentos

Anhanguera, Bandeirantes, Dutra e outras rodovias de SP terão operações abastecidas por energia solar

Contrato de transição energética entre Motiva e FIT Energia também incluirá o uso da fonte solar em estradas do Paraná

Antonio Carlos Sil · 26 maio
Canal Solar - Itaipu destina R$ 102 milhões para energia renovável em universidades e institutos
Tecnologia & Inovação

Itaipu destina mais de R$ 100 milhões para energia renovável em universidades

Aplicação dos recursos incluem investimentos em geração de energia solar e o fomento de pesquisas científicas

Antonio Carlos Sil · 26 maio
Canal Solar - Brasil já tem 16 estados com mais de 1 GW em energia solar distribuída
Mercado & Investimentos

Brasil já tem 16 estados com mais de 1 GW em energia solar distribuída

Maranhão foi o último estado a atingir a marca; confira o ranking atualizado dos maiores mercados

Henrique Hein · 25 maio
Helius lança módulo Back Contact de 670 W no mercado brasileiro
Mercado & Investimentos

Helius lança módulo Back Contact de 670 W no mercado brasileiro

Fabricante aposta em tecnologia BC para ampliar vendas nacionais

Raphael Guerra · 22 maio
Relacionamento como estratégia de negócio
Artigo de Opinião

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Artigo indica que pós-venda não é suporte: é a principal arma competitiva do integrador solar

Raone Silva · 22 maio
Canal Solar - Cidade com melhor qualidade de vida do Brasil também se destaca em energia solar
Mercado & Investimentos

Cidade com melhor qualidade de vida do Brasil também se destaca em energia solar

Com penetração superior a 8% dos imóveis, Gavião Peixoto registra indicadores acima das médias estadual e nacional

Henrique Hein · 20 maio
Canal Solar - ANEEL libera transferência de controle da hidrelétrica de Jirau
Política & Regulação

ANEEL libera transferência de controle da hidrelétrica de Jirau

Com 3.750 MW de capacidade, complexo no rio Madeira, em Rondônia, é um dos maiores do país

Antonio Carlos Sil · 19 maio
Evento “Caixa Preta do Mercado Solar” reunirá integradores e empresários em São Paulo
Educação & Carreira

Evento “Caixa Preta do Mercado Solar” reunirá integradores e empresários em São Paulo

Encontro debate os bastidores do mercado e o futuro da GD no Brasil com foco em quem já está no jogo

Caique Amorim · 18 maio
ONS participa de encontro internacional de operadores de sistemas elétricos
Mercado Internacional

ONS participa de encontro internacional de operadores de sistemas elétricos

Diretor-geral do Operador debate sobre perspectivas do setor e apresenta os desafios da operação no Brasil

Caique Amorim · 13 maio
TCL Solar reforça estratégia no Brasil, amplia equipe e mira Top 5 global
Mercado & Investimentos

TCL Solar reforça estratégia no Brasil, amplia equipe e mira Top 5 global

Em exclusiva, novo gerente de marketing diz que companhia projeta crescimento global para entrar entre os principais fabricantes

Caique Amorim · 13 maio
Foto: Complexo híbrido Babilônia Sul, na Bahia. Foto: Casa dos Ventos/Divulgação
Notícias

Renováveis respondem por 89% da expansão da capacidade instalada no Brasil em 2025

Confira os resultados apresentados no Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico

Caique Amorim · 12 maio
Artigo de Opinião

Consulta pública da ANEEL: responsabilidade regulatória e defesa da revolução solar

Tema é central pois geração distribuída já alcança cerca de 47 GW de potência instalada

Renato Zimmermann · 12 maio
Fonte: Revista PARPEL 2025/ONS
Notícias

ONS não descarta acionar plano de gestão de energia no Dia das Mães

Operador informou que a medida é uma ação excepcional e que só será adotada em última instância

Caique Amorim · 8 maio
A revolução solar não pode ser freada pelo discurso do subsídio cruzado
Artigo de Opinião

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Benefícios da GD vão além do consumidor e impactam todo o sistema elétrico

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Antonio Carlos Sil · 4 maio
Agenda Estratégica Eletroenergética de 2026 atinge 49% de execução no 1º trimestre
Artigo de Opinião

O que o setor elétrico pode aprender com o Diabo Veste Prada 2?

Não é sobre moda. É sobre poder, adaptação e sobrevivência em mercados que mudam rápido demais

Juliana de Oliveira · 4 maio
LRCAP DE TÉRMICAS REPRESENTA A SOLUÇÃO PARA O SETOR ELÉTRICO
Artigo de Opinião

LRCAP Térmicas: estamos no caminho certo?

Artigo apresenta pontos relevantes que deveriam ser observados para uma boa política pública.

José Wanderley Marangon Lima · 30 abr
Canal Solar - Nem telhado, nem assinatura energia solar própria a partir de R$ 3,5 mil
Mercado & Investimentos

Nem telhado, nem assinatura: energia solar própria a partir de R$ 3,5 mil

Novo modelo transforma consumidor em dono de usina solar sem instalação, com economia de 80% na conta de luz

Henrique Hein · 30 abr
Canal Solar - Distribuidora nega compensação e Justiça garante créditos a consumidor com energia solar no RN
Mercado & Investimentos

Distribuidora nega compensação e Justiça garante créditos a consumidor com energia solar no RN

Justiça obriga que Neoenergia Cosern suspenda cobranças indevidas e não interrompa fornecimento de energia do consumidor

Caique Amorim · 28 abr
Pressões financeiras aumentam importância da inspeção de fim de garantia no setor fotovoltaico
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Curtailment e novas alíquotas de importação demandam operação otimizada

Vinicius Gibrail · 22 abr
TUSDg no Grupo B: é lícita a cobrança sobre energia injetada por UF de baixa tensão/microgeração?
Artigo de Opinião

TUSDg no Grupo B: é lícita a cobrança sobre energia injetada por UFV de baixa tensão/microgeração?

Análise jurídica da Lei 14.300 e REN 1.000 sobre cobrança, medição e direito adquirido

Juliana de Oliveira · 20 abr
Sofar apresenta case de inversor híbrido split-phase no Brasil
Projetos & Aplicações

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Projeto residencial de Bárbara Rubim apresenta operação estável e aplicações de backup energético

Raphael Guerra · 14 abr
Estudo recomenda que bares e restaurantes apostem em energia solar na Copa do Mundo Fonte: https://canalsolar.com.br/estudo-bares-restaurantes-energia-solar-copa/
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Estudo recomenda que bares e restaurantes apostem em energia solar na Copa do Mundo

Energia por assinatura pode ganhar espaço nos comércios diante de picos de consumo

Caique Amorim · 10 abr
Canal Solar - Conta de luz residencial terá forte impacto na inflação de 2026, aponta estudo
Mercado & Investimentos

Conta de luz residencial terá forte impacto na inflação de 2026, aponta estudo

Tarifas devem pressionar o índice geral de preços em cerca de 0,40 p.p ao longo do ano, avalia TR Soluções

Wagner Freire · 8 abr
Iquira / Fractal Networks Fonte: https://canalsolar.com.br/vpps-monetizacao-energia-solar-armazenamento/
Artigo de Opinião

Como VPPs podem transformar a monetização da energia solar e do armazenamento?

Projetos com foco em flexibilidade tendem a se destacar em um mercado mais sofisticado

Marcelo Figueiredo · 7 abr
Novo marco legal impulsiona mercado de energia no Paraguai
Latam

Novo marco legal impulsiona mercado de energia no Paraguai

Especialista aponta oportunidades, riscos regulatórios e desafios tarifários para investidores

Raphael Guerra · 2 abr
Canal Solar
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