GC Solar 23.61 GW GD Solar 53.65 GW

Resultados para “baterias ”

Canal Solar - Investe na Bolsa? Conheça ativos da B3 que são 100% ligados às energias renováveis
Mercado & Investimentos

Investe na Bolsa? Conheça ativos da B3 que são 100% ligados às energias renováveis

De ações a ETFs: veja quais são as principais opções de ativos disponíveis para investir exclusivamente em energia renovável

Henrique Hein · 22 jun
Canal Solar - The smarter E Europe 2026 conferências discutirão os principais desafios do setor
Tecnologia & Inovação

The smarter E Europe 2026: conferências discutirão principais desafios do setor 

The smarter E Europe 2026 contará com programação voltada à discussão de tendências e desafios do setor energético

Henrique Hein · 20 jun
BelEnergy e FoxESS promovem treinamento gratuito sobre sistemas híbridos
Mercado & Investimentos

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Evento online apresenta soluções que garantem fornecimento de energia mesmo durante falhas na rede elétrica

Ericka Araújo · 18 jun
Canal Solar - Mercado de armazenamento cresce em quatro anos o que a solar levou oito e a eólica quinze para alcançar
Mercado Internacional

Mercado de armazenamento cresce em 4 anos o que a solar levou 8 e a eólica 15 para alcançar

Indicador destaca o crescente dinamismo do mercado e a maior maturidade do setor, avalia BloombergNEF

Henrique Hein · 17 jun
SAJ reforça estratégia global em mercado de armazenamento em expansão
Mercado & Investimentos

SAJ reforça estratégia global em mercado de armazenamento em expansão

Segundo a fabricante, a receita internacional corresponde atualmente a cerca de 80% a 90% do total da companhia

Ericka Araújo · 16 jun
Canal Solar - Juros, curtailment e modulação mantêm financiamentos de renováveis 22% abaixo do recorde de 2022
Mercado & Investimentos

Financiamento para renováveis segue 22% abaixo do pico histórico de 2022, aponta CELA

Juros, curtailment e modulação mantêm o setor abaixo do recorde, apesar da recuperação registrada em alguns segmentos

Henrique Hein · 12 jun
IA evita perda de 9,6 mil MWh em parque eólico na Bahia
Projetos & Aplicações

IA evita perda de 9,6 mil MWh em parque eólico na Bahia

Tecnologia preditiva identificou anomalias e ampliou confiabilidade operacional da usina

Raphael Guerra · 11 jun
Canal Solar - BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico
Artigo do Fabricante

BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico

Sem emissões locais durante a operação, baterias despontam como alternativa mais limpa às térmicas convencionais

Daniel Mesquita · 11 jun
Canal Solar - Solfácil lança linha de financiamento para BESS em comércios, indústrias e agronegócio
Mercado & Investimentos

Solfácil lança linha de financiamento para BESS em comércios, indústrias e agronegócio

De acordo com a empresa, a nova modalidade já está disponível para todo o mercado nacional

Henrique Hein · 10 jun
Papo Solar 180 discute os fatores que tornam um projeto de armazenamento viável e financiável
Papo Solar

Como reduzir o LCOES em projetos de armazenamento de energia

Episódio discute o crescimento do setor, os desafios econômicos dos projetos e o que torna um sistema de armazenamento realmente financiável e…

Caique Amorim · 9 jun
Canal Solar - Plano emergencial do ONS expõe atraso da infraestrutura elétrica brasileira, avalia ABSOLAR
Mercado & Investimentos

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Para a ABSOLAR e Apine, episódio apenas reforça necessidade do país se adaptar à expansão das fontes renováveis

Henrique Hein · 8 jun
Como aumentar a vida útil dos inversores fotovoltaicos? Estudo apresentado no ICLP responde
Artigo de Opinião

Regulação dos SAEs e leilão de BESS: dois marcos distintos para o armazenamento de energia no Brasil

Apesar de dialogarem com a expansão do armazenamento de energia no país, as duas iniciativas possuem naturezas e finalidades diferentes

Pedro Dante · 8 jun
Canal Solar - Michelin inaugura usina solar na Bahia e amplia uso de energia renovável
Sustentabilidade & ESG

Michelin inaugura usina solar na Bahia e amplia uso de energia renovável

Sistema vai abastecer centros de pesquisa e área de visitação, com geração média anual de 102 mil kWh

Ericka Araújo · 5 jun
Canal Solar - Atlas suspende US$ 1 bilhão em projetos no Brasil e expõe impacto do curtailment
Mercado & Investimentos

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À Reuters, o CEO da companhia, Carlos Barrera, diz que empresa parou 1,5 GW no país em meio a cortes recorrentes de…

Ericka Araújo · 5 jun
Canal Solar - Termossolar ganha fôlego no mundo e pode voltar ao radar no Brasil
Mercado & Investimentos

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Impulsionada pela China e pela busca por armazenamento, tecnologia CSP promete novo ciclo de investimentos

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Hoymiles abre portas de sua sede global para missão empresarial organizada pelo SEBRAE e ABSOLAR
Mercado & Investimentos

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Visita apresentou tecnologias voltadas à GD, armazenamento, eletrônica de potência e gestão inteligente para gestão energética

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anal Solar -Reciclagem de painéis solares no Brasil pode gerar retorno de R$ 3,18 para cada R$ 1 investido
Sustentabilidade & ESG

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Avaliação é de multinacional norueguesa que anunciou reciclagem integral de módulos solares danificados em usina no país

Antonio Carlos Sil · 3 jun
Canal Solar - MME defende LRCAP e diz que térmicas contratadas só serão acionadas se faltar energia renovável
Política & Regulação

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Audiência ocorrida nesta terça-feira (2) ocorreu em meio às críticas de deputados e agentes do setor sobre o desenho do leilão

Henrique Hein · 2 jun
Canal Solar - ANEEL define regras para armazenamento no Brasil com dois modelos distintos de tarifação
Política & Regulação

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Agência optou por uma solução intermediária entre as diferentes propostas que vinham sendo discutidas

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Canal Solar - Axia investe em usina solar com armazenamento de longa duração para data centers
Mercado & Investimentos

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Segundo a empresa, solução pode armazenar energia por até três dias e realizar despachos de até 17 horas consecutivas

Henrique Hein · 2 jun
Huawei e HDT lançam BESS de 241 kWh no Brasil
Mercado & Investimentos

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Solução foi desenvolvida para diferentes cenários de consumo em setores como agronegócio, hotelaria e varejo

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Mercado Internacional

Ranking: fabricantes que mais embarcaram sistemas de armazenamento no 1º trimestre

Mercado global de baterias cresce quase 80% nos primeiros meses do ano; veja quem liderou o setor

Henrique Hein · 29 maio
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Canal Solar lança oferta especial para o curso de armazenamento; saiba mais

Raphael Guerra · 29 maio
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Mercado & Investimentos

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Análise de Eduardo Tobias considerou um cenário de referência estruturado com alta alavancagem financeira

Ericka Araújo · 28 maio
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Empreendimento adota sistema off-grid da Bold Energy com baterias para garantir estabilidade durante eventos e alta ocupação

Caique Amorim · 28 maio
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Política & Regulação

Brasil deve ter regulamentação do armazenamento de energia concluída até julho, diz ABSOLAR

Associação afirma que definição das regras será decisiva para destravar o mercado de baterias no país

Henrique Hein · 27 maio
O setor elétrico brasileiro vive uma transição histórica. Após mais de uma década de crescimento acelerado da geração distribuída fotovoltaica, uma nova etapa tecnológica começa a ganhar protagonismo mundial: os sistemas híbridos com baterias, EMS (Energy Management Systems), controle dinâmico de exportação e operação “zero grid”. Essas tecnologias representam uma mudança profunda no paradigma energético tradicional. Pela primeira vez, consumidores passam a: Armazenar energia; Controlar dinamicamente sua interação com a rede; Reduzir exportações; Deslocar consumo; Operar parcialmente de forma autônoma; Mitigar impactos sistêmicos localmente. No entanto, justamente no momento em que o armazenamento distribuído começa a se tornar economicamente viável no Brasil, multiplicam-se relatos de: Negativas sistemáticas de acesso; Inviabilização prática de projetos híbridos; Exigências técnicas pouco transparentes; Solicitações de “homologações” sem rito público claramente definido. O fenômeno chama atenção porque muitos desses sistemas: Possuem baterias; Utilizam EMS; Operam em “zero export”; Não injetam energia na rede; Utilizam equipamentos certificados internacionalmente; Atendem normas técnicas reconhecidas. Ainda assim, vêm sendo recusados ou inviabilizados operacionalmente. A questão que emerge é inevitável: estaria sendo criado, na prática, um bloqueio silencioso ao mercado de armazenamento distribuído no Brasil? A inversão de fluxo e a mudança do paradigma regulatório Historicamente, os sistemas de distribuição elétrica foram concebidos para operar em fluxo unidirecional: Da geração centralizada; Para os consumidores finais. A expansão acelerada da geração distribuída alterou essa lógica. Em diversas regiões do país, passaram a surgir cenários de: Exportação reversa; Elevação de tensão; Alteração do carregamento dos alimentadores; Inversão de fluxo nos transformadores. Sob o ponto de vista técnico, trata-se de uma preocupação legítima. A própria Resolução Normativa ANEEL nº 1000/2021 reconhece a necessidade de estudos de impacto sistêmico para conexão de geração distribuída. Entretanto, o próprio regulador também passou a reconhecer explicitamente: Sistemas sem exportação; Controle de potência injetada; Mecanismos de limitação dinâmica; Operação “grid zero”. Ou seja, o arcabouço regulatório brasileiro já admite que sistemas modernos possam operar sem provocar os impactos tradicionalmente associados à geração distribuída convencional. Esse ponto é fundamental. A própria CPFL reconhece oficialmente os sistemas zero grid A discussão ganha contornos ainda mais relevantes quando se analisa a própria documentação técnica da distribuidora. A GED DIST-19397-2025 reconhece explicitamente: Sistemas híbridos; Sistemas de armazenamento; Controle de exportação; Arbitragem energética; Operação ilhada; Funcionalidades zero-grid. A norma estabelece textualmente “tais arranjos não devem possibilitar a injeção de potência ativa na rede elétrica da distribuidora, ou seja, devem suprir a carga local e ter funcionalidade zero-grid”. Esse trecho possui enorme relevância técnica e regulatória. Ele demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito operacional existe; A distribuidora admite formalmente a funcionalidade. Mais do que isso, a GED afirma: “os sistemas híbridos têm se tornado uma excelente solução para a integração de MMGDs” e complementa: “principalmente com o intuito de evitar a inversão de fluxo” Esse talvez seja um dos pontos mais importantes de toda a discussão. A própria norma técnica da distribuidora reconhece oficialmente que baterias, EMS, controle de exportação e sistemas híbridos podem funcionar justamente como mecanismos mitigadores do principal fundamento hoje utilizado para negativas de acesso: a inversão de fluxo. O paradoxo técnico Aqui surge um paradoxo regulatório extremamente relevante. Se: A inversão de fluxo é o problema; E baterias podem mitigá-la; E sistemas zero grid não exportam potência ativa. Por qual razão esses sistemas vêm sendo progressivamente inviabilizados? Sob o ponto de vista técnico, um sistema híbrido moderno possui comportamento profundamente diferente de uma usina fotovoltaica convencional. Enquanto sistemas tradicionais: Geram passivamente; Exportam excedentes automaticamente; Possuem baixa inteligência operacional. Os sistemas híbridos: Monitoram fluxo instantaneamente; Ajustam geração em tempo real; Controlam exportação; Carregam baterias; Reduzem injeção; Respondem dinamicamente à carga local. Em muitos casos, a bateria passa justamente a absorver os excedentes que anteriormente seriam exportados para a rede. Ou seja, o armazenamento distribuído pode atuar não como agravante, mas como solução mitigadora dos impactos sistêmicos da geração distribuída. E isso é reconhecido pela própria GED da CPFL. O Manual 150217/2025 da CPFL e a modelagem dos estudos de inversão de fluxo O ponto mais sensível da discussão talvez esteja na metodologia de análise atualmente utilizada. O “Manual de Instruções para Análise dos Orçamentos Estimado e de Conexão para Sistemas de Micro e Minigeração Distribuída” da CPFL descreve detalhadamente: Os estudos de fluxo de potência; A modelagem das cargas; A modelagem das curvas de geração; Os critérios de análise de inversão de fluxo. O documento deixa claro que os estudos utilizam: Curvas típicas; Médias estatísticas; Geração presumida; Perfis padronizados de consumo e geração. A metodologia considera: Curvas médias; Perfis históricos; Modelagem estatística; Comportamento agregado dos consumidores. Isso é absolutamente normal em engenharia elétrica. O problema surge quando essa mesma metodologia passa a ser utilizada para avaliar sistemas híbridos inteligentes de comportamento dinâmico. Sistemas inteligentes sendo analisados como geração passiva O próprio manual praticamente não aprofunda: Modelagem dinâmica de EMS; Controle instantâneo de exportação; Despacho inteligente de baterias; Comportamento transitório dos SAEs; Lógica operacional de “zero export”. Na prática, isso levanta uma hipótese técnica extremamente relevante: os estudos atualmente utilizados podem ainda estar modelando sistemas híbridos modernos como se fossem geração fotovoltaica convencional passiva. Essa distinção é gigantesca. Porque um sistema com EMS, bateria, resposta em milissegundos, controle dinâmico e limitação instantânea de exportação não possui comportamento equivalente a um sistema fotovoltaico convencional. Essa talvez seja hoje a principal discussão técnica do setor elétrico distribuído brasileiro. A exigência de homologações sem rito público claro. Outro ponto crítico é o crescente relato de exigências relacionadas a homologação de: EMS; Inversores híbridos; Sistemas “zero export”; Controladores de exportação. Em princípio, exigir segurança técnica é legítimo. Entretanto, o problema surge quando: Não existe rito público transparente; Não existe lista pública consolidada; Não existem laboratórios oficialmente definidos; Não existem critérios amplamente divulgados; Não existem prazos claros de análise. Na prática, cria-se uma situação potencialmente impossível de cumprir. E aqui aparece outro aspecto extremamente relevante: a própria GED DIST-19397-2025 aparentemente não estabelece um sistema formal de homologação prévia compulsória nos moldes operacionalmente relatados pelo mercado. O documento exige principalmente: Comprovação funcional; Ensaios; Documentação técnica do fabricante. A GED estabelece “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema” e “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema caso opere de modo a Limitar a Potência Injetada”. Isso sugere que: A lógica normativa está centrada na comprovação técnica; Não necessariamente em homologações discricionárias sem operacionalização pública clara. A GED 15303 e a questão da microgeração Outro ponto relevante é que a própria GED 15303 reconhece os limites regulatórios definidos pela ANEEL para microgeração distribuída. Ou seja: Microgeração continua reconhecida até 75 kW; Não existe previsão normativa explícita de bloqueio generalizado de sistemas híbridos; Não existe, no arcabouço regulatório superior, limitação generalizada em patamares próximos de 7,5 kW. Isso torna ainda mais relevante o debate sobre possíveis barreiras indiretas que estariam sendo criadas operacionalmente. O risco de um bloqueio tecnológico indireto. Quando: A ANEEL reconhece zero grid; A distribuidora reconhece sistemas híbridos; As GEDs reconhecem baterias como mitigadoras de fluxo reverso; mas simultaneamente: Projetos deixam de ser aprovados; Exigências se tornam praticamente impossíveis; Critérios deixam de ser transparentes; O mercado perde previsibilidade. Forma-se um cenário potencialmente caracterizável como bloqueio tecnológico indireto. E isso possui impactos profundos. O impacto econômico do bloqueio do armazenamento O mercado de armazenamento distribuído representa: Modernização da infraestrutura elétrica; Aumento de resiliência; Suporte em apagões; Mitigação de picos; Redução de demanda; Maior estabilidade sistêmica; Avanço tecnológico nacional. Além disso, trata-se de um setor intensivo em: Engenharia; Software; Automação; Eletrônica de potência; Qualificação técnica. Sua inviabilização prática pode: Afastar investimentos; Reduzir competitividade; Eliminar empregos; Retardar inovação; Atrasar a transição energética brasileira. A aparente divergência entre norma e prática operacional A leitura conjunta da REN 1000, do PRODIST, das GEDs da CPFL e do Manual 150217/2025; sugere uma possível divergência entre o reconhecimento normativo da tecnologia e a operacionalização prática do processo de conexão. As normas reconhecem híbridos, “zero grid”, arbitragem energética, mitigação de fluxo reverso e EMS. Mas o mercado relata negativas amplas, insegurança regulatória, ausência de previsibilidade, critérios pouco transparentes. Esse cenário gera judicialização crescente, retração do mercado, insegurança jurídica e deterioração da confiança regulatória. O setor precisa de clareza, não de ausência de regras O debate não deve ser conduzido como “liberar tudo” ou “eliminar critérios técnicos”. O setor precisa de critérios objetivos, transparência metodológica, previsibilidade, procedimentos auditáveis e alinhamento entre norma e prática operacional. Se sistemas “zero export” exigem validação específica, então o mercado precisa conhecer os critérios, os ensaios exigidos, os laboratórios aceitos, os equipamentos aprovados, os processos e os prazos. Sem isso, cria-se um ambiente incompatível com a segurança regulatória. Conclusão O debate sobre sistemas híbridos e armazenamento distribuído deixou de ser apenas uma discussão técnica. Ele passou a representar uma discussão estratégica sobre inovação, descentralização energética, modernização do setor elétrico, competitividade tecnológica e futuro da transição energética brasileira. A própria documentação técnica da CPFL demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito “zero grid” existe; Baterias são admitidas como mitigadoras da inversão de fluxo; Sistemas híbridos possuem respaldo normativo. Por isso, a principal questão já não parece ser “se a tecnologia pode existir”. A discussão central passa a ser: como impedir que exigências técnicas sem transparência, sem rito público claro ou sem adaptação metodológica acabem funcionando, na prática, como mecanismos silenciosos de bloqueio do mercado de armazenamento distribuído no Brasil. O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil
Artigo de Opinião

O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil

Como exigências técnicas sem transparência regulatória podem estar inviabilizando sistemas híbridos, baterias e tecnologias zero grid

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Equipamentos entregam saídas 220V e 380V, com flexibilidade de instalação nas diversas regiões do país

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Avanço chinês ocorre em um momento de forte expansão dos sistemas de armazenamento de energia com baterias

Henrique Hein · 25 maio
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Mercado & Investimentos

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Fintech projeta 30 mil novos projetos fotovoltaicos com rating AAA e alta demanda de investidores

Caique Amorim · 25 maio
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Mercado Internacional

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Levantamento do Canal Solar mostra quais arenas do mundial que investiram em eficiência energética

Raphael Guerra · 22 maio
Canal Solar - Mesmo construindo mais usinas, mundo viu geração térmica despencar em 2025
Mercado Internacional

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Capacidade instalada de usinas a carvão cresceu 3,5% em 2025, mas geração efetiva da fonte recuou no mesmo período

Henrique Hein · 22 maio
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Mercado & Investimentos

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Executivo irá liderar estratégia da fabricante no mercado brasileiro de energia solar e mobilidade elétrica

Raphael Guerra · 21 maio
Canal Solar - Retorno do El Niño acende alerta para operação do sistema elétrico 
Mercado & Investimentos

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Avanço dos eventos climáticos extremos tendem a acelerar a busca de consumidores por sistemas de armazenamento 

Wagner Freire · 20 maio

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Wissam Haddad · 20 maio
Canal Solar
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