GC Solar 22.71 GW GD Solar 50.47 GW

Resultados para “sin ”

Canal Solar - MME publica diretrizes do 1º leilão de baterias do Brasil
Mercado & Investimentos

MME publica portaria com diretrizes do 1º leilão de baterias do Brasil

Portaria divide certame em dois produtos, prevê contratos de 15 anos e detalha regras para projetos de armazenamento no país

Ericka Araújo · 3 jun
Canal Solar - MME defende LRCAP e diz que térmicas contratadas só serão acionadas se faltar energia renovável
Política & Regulação

MME defende LRCAP e diz que térmicas contratadas só serão acionadas se faltar energia renovável

Audiência ocorrida nesta terça-feira (2) ocorreu em meio às críticas de deputados e agentes do setor sobre o desenho do leilão

Henrique Hein · 2 jun
Canal Solar - ANEEL define regras para armazenamento no Brasil com dois modelos distintos de tarifação
Política & Regulação

ANEEL define regras para armazenamento no Brasil com dois modelos distintos de tarifação

Agência optou por uma solução intermediária entre as diferentes propostas que vinham sendo discutidas

Antonio Carlos Sil · 2 jun
Canal Solar - Governo publicará regras do primeiro leilão de baterias do Brasil nesta quarta-feira, diz Silveira
Política & Regulação

Governo publicará nesta quarta-feira regras do primeiro leilão de baterias do país, diz Silveira

Informação foi confirmada pelo Ministro de Minas e Energia em publicação na rede social X

Henrique Hein · 2 jun
Canal Solar - Axia investe em usina solar com armazenamento de longa duração para data centers
Mercado & Investimentos

Axia investe em tecnologia solar com armazenamento de longa duração para data centers

Segundo a empresa, solução pode armazenar energia por até três dias e realizar despachos de até 17 horas consecutivas

Henrique Hein · 2 jun
Canal Solar - WEG aposta em fabricação nacional e articula parcerias para leilão de baterias
Mercado & Investimentos

WEG aposta em fabricação nacional e articula parcerias para leilão de baterias

Em entrevista ao Canal Solar, Harry Neto comentou sobre o avanço do mercado brasileiro de armazenamento

Henrique Hein · 2 jun
Canal Solar - Interligação de Roraima deve poupar R$ 540 milhões por ano ao setor elétrico, diz EPE
Mercado & Investimentos

Interligação de Roraima deve poupar R$ 540 milhões por ano ao setor elétrico, diz EPE

Estudo da estatal projeta redução de até 300 mil toneladas anuais de CO₂ e novas oportunidades econômicas para o estado

Antonio Carlos Sil · 2 jun
Canal Solar - MME publica portaria visando à realização, em novembro, de três Leilões de Energia Existente
Política & Regulação

MME publica portaria visando à realização, em novembro, de três Leilões de Energia Existente

Certames têm como objetivo recompor os contratos das distribuidoras com energia proveniente de usinas já em operação

Henrique Hein · 1 jun
Canal Solar - Casa dos Ventos e Samarco fecham contrato de autoprodução de energia
Mercado & Investimentos

Casa dos Ventos e Samarco fecham contrato de autoprodução de energia

Mineradora passa integrar a sociedade da usina eólica Serra do Tigre, entre os estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. 

Wagner Freire · 1 jun
Canal Solar - Brasil já acumula 38 GW em pedidos de pareceres de acesso para data centers, diz Silveira
Política & Regulação

Brasil acumula 38 GW em pedidos de parecer de acesso para data centers, afirma Silveira

Em Portugal, ministro defendeu novos investimentos em infraestrutura digital e voltou a pedir a aprovação do Redata

Henrique Hein · 1 jun
Canal Solar - Consumidor pagará quase R$ 1 trilhão a mais na conta de luz por decisões do Governo e Congresso
Política & Regulação

Consumidor pagará quase R$ 1 trilhão a mais na conta de luz por decisões do Governo e Congresso

Só medidas ligadas a combustíveis fósseis e distribuidoras de energia representam mais de R$ 650 bi do impacto estimado

Henrique Hein · 1 jun
Canal Solar - Carga de energia deve acelerar em junho, com região Norte liderando crescimento
Mercado & Investimentos

Carga de energia deve acelerar em junho, com região Norte liderando crescimento

Projeção de crescimento do ONS para o mês é de 1,4% no SIN, com avanço em três subsistemas e reservatórios

Antonio Carlos Sil · 1 jun
O "Gato Solar" e o desafio regulatório
Artigo de Opinião

O “Gato Solar” e o desafio regulatório

A era do crescimento desenfreado da energia fotovoltaica no Brasil chega ao fim?

Marina Meyer Falcão · 1 jun
Canal Solar - Conta de luz continuará mais cara com bandeira amarela em junho
Mercado & Investimentos

Conta de luz continuará mais cara com bandeira amarela em junho

Decisão foi motivada pelo período seco no Brasil, que exigiu maior acionamento de usinas termelétricas

Henrique Hein · 1 jun
Canal Solar - Ranking fabricantes que mais embarcaram sistemas de armazenamento no 1º trimestre
Mercado Internacional

Ranking: fabricantes que mais embarcaram sistemas de armazenamento no 1º trimestre

Mercado global de baterias cresce quase 80% nos primeiros meses do ano; veja quem liderou o setor

Henrique Hein · 29 maio
Canal Solar - Homologação do leilão de capacidade impulsiona negociações de energia no longo prazo, diz BBCE
Mercado & Investimentos

Homologação do leilão de capacidade impulsiona negociações de energia no longo prazo, diz BBCE

Na semana passada, foram negociados em tela 508 GWh do produto de 2027

Wagner Freire · 29 maio
Canal Solar - ANEEL, Neoenergia e Equatorial lançam projeto para tornar escolas públicas referências em eficiência energética
Sustentabilidade & ESG

ANEEL, Neoenergia e Equatorial lançam projeto para tornar escolas públicas referências em eficiência energética

Com investimento de R$ 6,1 milhões, iniciativa lançada nesta semana beneficiará cerca de 30 mil estudantes em cinco estados

Henrique Hein · 29 maio
Dia Mundial da Energia reforça debate sobre transição energética no Brasil
Cursos

Dia Mundial da Energia reforça debate sobre transição energética no Brasil

Canal Solar lança oferta especial para o curso de armazenamento; saiba mais

Raphael Guerra · 29 maio
Artigo de Opinião

Autoprodução no mercado livre após a Lei 15.269 e novas regras da ANEEL e CCEE

Por que a estrutura jurídica passou a ser tão importante quanto o preço da energia?

Juliana de Oliveira · 29 maio

Vol.7, Nº 2 – Maio/2026

Índice 08. Apagão de 2001 completa 25 anos: do caos das velas ao desafio da transição energética 12. Processo de fabricação de…

Caique Amorim · 28 maio
Canal Solar - ANEEL retomará debate sobre regras para baterias em meio à pressão do mercado
Política & Regulação

ANEEL retomará debate sobre regras para baterias em meio à pressão do mercado

Consulta Pública nº 39 volta à discussão da Agência e pode destravar um dos mercados mais aguardados do setor elétrico

Antonio Carlos Sil · 28 maio
Canal Solar - Abrate reage à decisão da Justiça que altera indenizações bilionárias do setor elétrico
Política & Regulação

Abrate reage à decisão da Justiça que altera indenizações bilionárias do setor elétrico

Associação afirma que buscará reverter decisão da 7ª Turma do TRF-1 que altera cálculo das indenizações da RBSE

Antonio Carlos Sil · 28 maio
Canal Solar - BESS nacional pode custar até 20% mais e ainda competir no leilão, aponta Watt Capital
Mercado & Investimentos

BESS nacional pode custar até 20% mais e ainda competir no leilão, aponta Watt Capital

Análise de Eduardo Tobias considerou um cenário de referência estruturado com alta alavancagem financeira

Ericka Araújo · 28 maio
Canal Solar - ONS confirma já ter estruturado base técnica para leilão de baterias, que ainda aguarda portaria do MME
Política & Regulação

ONS confirma já ter estruturado base técnica para leilão de baterias, que ainda aguarda portaria do MME

Informações foram divulgadas por representantes do próprio Operador durante o WEG EPC Day 2026

Henrique Hein · 27 maio
El Niño pode elevar preço da energia e acionar bandeira vermelha
Segurança Pública

El Niño pode elevar preço da energia e acionar bandeira vermelha

Principais efeitos do fenômeno climático sobre o setor elétrico são o aumento do consumo de energia e a redução no volume de…

Wagner Freire · 27 maio
TBEA apresenta tecnologias solares e armazenamento inteligente na SNEC 2026
Mercado Internacional

TBEA apresenta tecnologias solares e armazenamento inteligente na SNEC 2026

Empresa exibirá plataformas digitais, inversores e sistemas integrados para diferentes aplicações energéticas

Raphael Guerra · 27 maio
Canal Solar - Ministério Público de MG será abastecido por energia solar da Cemig Sim
Sustentabilidade & ESG

Ministério Público de Minas Gerais será abastecido por energia solar da Cemig Sim

Adesão ao modelo de energia solar por assinatura deve gerar uma economia anual de R$ 1,2 milhão ao orgão público

Wagner Freire · 27 maio
Canal Solar - Brasil deve ter regulamentação do armazenamento de energia concluída até julho, diz ABSOLAR
Política & Regulação

Brasil deve ter regulamentação do armazenamento de energia concluída até julho, diz ABSOLAR

Associação afirma que definição das regras será decisiva para destravar o mercado de baterias no país

Henrique Hein · 27 maio
O setor elétrico brasileiro vive uma transição histórica. Após mais de uma década de crescimento acelerado da geração distribuída fotovoltaica, uma nova etapa tecnológica começa a ganhar protagonismo mundial: os sistemas híbridos com baterias, EMS (Energy Management Systems), controle dinâmico de exportação e operação “zero grid”. Essas tecnologias representam uma mudança profunda no paradigma energético tradicional. Pela primeira vez, consumidores passam a: Armazenar energia; Controlar dinamicamente sua interação com a rede; Reduzir exportações; Deslocar consumo; Operar parcialmente de forma autônoma; Mitigar impactos sistêmicos localmente. No entanto, justamente no momento em que o armazenamento distribuído começa a se tornar economicamente viável no Brasil, multiplicam-se relatos de: Negativas sistemáticas de acesso; Inviabilização prática de projetos híbridos; Exigências técnicas pouco transparentes; Solicitações de “homologações” sem rito público claramente definido. O fenômeno chama atenção porque muitos desses sistemas: Possuem baterias; Utilizam EMS; Operam em “zero export”; Não injetam energia na rede; Utilizam equipamentos certificados internacionalmente; Atendem normas técnicas reconhecidas. Ainda assim, vêm sendo recusados ou inviabilizados operacionalmente. A questão que emerge é inevitável: estaria sendo criado, na prática, um bloqueio silencioso ao mercado de armazenamento distribuído no Brasil? A inversão de fluxo e a mudança do paradigma regulatório Historicamente, os sistemas de distribuição elétrica foram concebidos para operar em fluxo unidirecional: Da geração centralizada; Para os consumidores finais. A expansão acelerada da geração distribuída alterou essa lógica. Em diversas regiões do país, passaram a surgir cenários de: Exportação reversa; Elevação de tensão; Alteração do carregamento dos alimentadores; Inversão de fluxo nos transformadores. Sob o ponto de vista técnico, trata-se de uma preocupação legítima. A própria Resolução Normativa ANEEL nº 1000/2021 reconhece a necessidade de estudos de impacto sistêmico para conexão de geração distribuída. Entretanto, o próprio regulador também passou a reconhecer explicitamente: Sistemas sem exportação; Controle de potência injetada; Mecanismos de limitação dinâmica; Operação “grid zero”. Ou seja, o arcabouço regulatório brasileiro já admite que sistemas modernos possam operar sem provocar os impactos tradicionalmente associados à geração distribuída convencional. Esse ponto é fundamental. A própria CPFL reconhece oficialmente os sistemas zero grid A discussão ganha contornos ainda mais relevantes quando se analisa a própria documentação técnica da distribuidora. A GED DIST-19397-2025 reconhece explicitamente: Sistemas híbridos; Sistemas de armazenamento; Controle de exportação; Arbitragem energética; Operação ilhada; Funcionalidades zero-grid. A norma estabelece textualmente “tais arranjos não devem possibilitar a injeção de potência ativa na rede elétrica da distribuidora, ou seja, devem suprir a carga local e ter funcionalidade zero-grid”. Esse trecho possui enorme relevância técnica e regulatória. Ele demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito operacional existe; A distribuidora admite formalmente a funcionalidade. Mais do que isso, a GED afirma: “os sistemas híbridos têm se tornado uma excelente solução para a integração de MMGDs” e complementa: “principalmente com o intuito de evitar a inversão de fluxo” Esse talvez seja um dos pontos mais importantes de toda a discussão. A própria norma técnica da distribuidora reconhece oficialmente que baterias, EMS, controle de exportação e sistemas híbridos podem funcionar justamente como mecanismos mitigadores do principal fundamento hoje utilizado para negativas de acesso: a inversão de fluxo. O paradoxo técnico Aqui surge um paradoxo regulatório extremamente relevante. Se: A inversão de fluxo é o problema; E baterias podem mitigá-la; E sistemas zero grid não exportam potência ativa. Por qual razão esses sistemas vêm sendo progressivamente inviabilizados? Sob o ponto de vista técnico, um sistema híbrido moderno possui comportamento profundamente diferente de uma usina fotovoltaica convencional. Enquanto sistemas tradicionais: Geram passivamente; Exportam excedentes automaticamente; Possuem baixa inteligência operacional. Os sistemas híbridos: Monitoram fluxo instantaneamente; Ajustam geração em tempo real; Controlam exportação; Carregam baterias; Reduzem injeção; Respondem dinamicamente à carga local. Em muitos casos, a bateria passa justamente a absorver os excedentes que anteriormente seriam exportados para a rede. Ou seja, o armazenamento distribuído pode atuar não como agravante, mas como solução mitigadora dos impactos sistêmicos da geração distribuída. E isso é reconhecido pela própria GED da CPFL. O Manual 150217/2025 da CPFL e a modelagem dos estudos de inversão de fluxo O ponto mais sensível da discussão talvez esteja na metodologia de análise atualmente utilizada. O “Manual de Instruções para Análise dos Orçamentos Estimado e de Conexão para Sistemas de Micro e Minigeração Distribuída” da CPFL descreve detalhadamente: Os estudos de fluxo de potência; A modelagem das cargas; A modelagem das curvas de geração; Os critérios de análise de inversão de fluxo. O documento deixa claro que os estudos utilizam: Curvas típicas; Médias estatísticas; Geração presumida; Perfis padronizados de consumo e geração. A metodologia considera: Curvas médias; Perfis históricos; Modelagem estatística; Comportamento agregado dos consumidores. Isso é absolutamente normal em engenharia elétrica. O problema surge quando essa mesma metodologia passa a ser utilizada para avaliar sistemas híbridos inteligentes de comportamento dinâmico. Sistemas inteligentes sendo analisados como geração passiva O próprio manual praticamente não aprofunda: Modelagem dinâmica de EMS; Controle instantâneo de exportação; Despacho inteligente de baterias; Comportamento transitório dos SAEs; Lógica operacional de “zero export”. Na prática, isso levanta uma hipótese técnica extremamente relevante: os estudos atualmente utilizados podem ainda estar modelando sistemas híbridos modernos como se fossem geração fotovoltaica convencional passiva. Essa distinção é gigantesca. Porque um sistema com EMS, bateria, resposta em milissegundos, controle dinâmico e limitação instantânea de exportação não possui comportamento equivalente a um sistema fotovoltaico convencional. Essa talvez seja hoje a principal discussão técnica do setor elétrico distribuído brasileiro. A exigência de homologações sem rito público claro. Outro ponto crítico é o crescente relato de exigências relacionadas a homologação de: EMS; Inversores híbridos; Sistemas “zero export”; Controladores de exportação. Em princípio, exigir segurança técnica é legítimo. Entretanto, o problema surge quando: Não existe rito público transparente; Não existe lista pública consolidada; Não existem laboratórios oficialmente definidos; Não existem critérios amplamente divulgados; Não existem prazos claros de análise. Na prática, cria-se uma situação potencialmente impossível de cumprir. E aqui aparece outro aspecto extremamente relevante: a própria GED DIST-19397-2025 aparentemente não estabelece um sistema formal de homologação prévia compulsória nos moldes operacionalmente relatados pelo mercado. O documento exige principalmente: Comprovação funcional; Ensaios; Documentação técnica do fabricante. A GED estabelece “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema” e “ensaios ou declaração do fornecedor que comprovam a atuação do sistema caso opere de modo a Limitar a Potência Injetada”. Isso sugere que: A lógica normativa está centrada na comprovação técnica; Não necessariamente em homologações discricionárias sem operacionalização pública clara. A GED 15303 e a questão da microgeração Outro ponto relevante é que a própria GED 15303 reconhece os limites regulatórios definidos pela ANEEL para microgeração distribuída. Ou seja: Microgeração continua reconhecida até 75 kW; Não existe previsão normativa explícita de bloqueio generalizado de sistemas híbridos; Não existe, no arcabouço regulatório superior, limitação generalizada em patamares próximos de 7,5 kW. Isso torna ainda mais relevante o debate sobre possíveis barreiras indiretas que estariam sendo criadas operacionalmente. O risco de um bloqueio tecnológico indireto. Quando: A ANEEL reconhece zero grid; A distribuidora reconhece sistemas híbridos; As GEDs reconhecem baterias como mitigadoras de fluxo reverso; mas simultaneamente: Projetos deixam de ser aprovados; Exigências se tornam praticamente impossíveis; Critérios deixam de ser transparentes; O mercado perde previsibilidade. Forma-se um cenário potencialmente caracterizável como bloqueio tecnológico indireto. E isso possui impactos profundos. O impacto econômico do bloqueio do armazenamento O mercado de armazenamento distribuído representa: Modernização da infraestrutura elétrica; Aumento de resiliência; Suporte em apagões; Mitigação de picos; Redução de demanda; Maior estabilidade sistêmica; Avanço tecnológico nacional. Além disso, trata-se de um setor intensivo em: Engenharia; Software; Automação; Eletrônica de potência; Qualificação técnica. Sua inviabilização prática pode: Afastar investimentos; Reduzir competitividade; Eliminar empregos; Retardar inovação; Atrasar a transição energética brasileira. A aparente divergência entre norma e prática operacional A leitura conjunta da REN 1000, do PRODIST, das GEDs da CPFL e do Manual 150217/2025; sugere uma possível divergência entre o reconhecimento normativo da tecnologia e a operacionalização prática do processo de conexão. As normas reconhecem híbridos, “zero grid”, arbitragem energética, mitigação de fluxo reverso e EMS. Mas o mercado relata negativas amplas, insegurança regulatória, ausência de previsibilidade, critérios pouco transparentes. Esse cenário gera judicialização crescente, retração do mercado, insegurança jurídica e deterioração da confiança regulatória. O setor precisa de clareza, não de ausência de regras O debate não deve ser conduzido como “liberar tudo” ou “eliminar critérios técnicos”. O setor precisa de critérios objetivos, transparência metodológica, previsibilidade, procedimentos auditáveis e alinhamento entre norma e prática operacional. Se sistemas “zero export” exigem validação específica, então o mercado precisa conhecer os critérios, os ensaios exigidos, os laboratórios aceitos, os equipamentos aprovados, os processos e os prazos. Sem isso, cria-se um ambiente incompatível com a segurança regulatória. Conclusão O debate sobre sistemas híbridos e armazenamento distribuído deixou de ser apenas uma discussão técnica. Ele passou a representar uma discussão estratégica sobre inovação, descentralização energética, modernização do setor elétrico, competitividade tecnológica e futuro da transição energética brasileira. A própria documentação técnica da CPFL demonstra que: A tecnologia é reconhecida; O conceito “zero grid” existe; Baterias são admitidas como mitigadoras da inversão de fluxo; Sistemas híbridos possuem respaldo normativo. Por isso, a principal questão já não parece ser “se a tecnologia pode existir”. A discussão central passa a ser: como impedir que exigências técnicas sem transparência, sem rito público claro ou sem adaptação metodológica acabem funcionando, na prática, como mecanismos silenciosos de bloqueio do mercado de armazenamento distribuído no Brasil. O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil
Artigo de Opinião

O bloqueio silencioso do armazenamento distribuído no Brasil

Como exigências técnicas sem transparência regulatória podem estar inviabilizando sistemas híbridos, baterias e tecnologias zero grid

Eduardo Nicol · 27 maio
Canal Solar - Anhanguera, Bandeirantes, Dutra e outras rodovias de SP terão energia solar em suas operações
Mercado & Investimentos

Anhanguera, Bandeirantes, Dutra e outras rodovias de SP terão operações abastecidas por energia solar

Contrato de transição energética entre Motiva e FIT Energia também incluirá o uso da fonte solar em estradas do Paraná

Antonio Carlos Sil · 26 maio
Canal Solar - Itaipu destina R$ 102 milhões para energia renovável em universidades e institutos
Tecnologia & Inovação

Itaipu destina mais de R$ 100 milhões para energia renovável em universidades

Aplicação dos recursos incluem investimentos em geração de energia solar e o fomento de pesquisas científicas

Antonio Carlos Sil · 26 maio
Canal Solar - Brasil já tem 16 estados com mais de 1 GW em energia solar distribuída
Mercado & Investimentos

Brasil já tem 16 estados com mais de 1 GW em energia solar distribuída

Maranhão foi o último estado a atingir a marca; confira o ranking atualizado dos maiores mercados

Henrique Hein · 25 maio
Canal Solar - Operações de M&A no setor elétrico crescem 27% em valor mesmo com menos transações
Mercado Internacional

Operações de M&A no setor elétrico crescem 27% em valor mesmo com menor volume de transações

Segundo a PwC, avanço da IA e dos data centers está acelerando busca por ativos de geração, transmissão e armazenamento.

Wagner Freire · 25 maio
Canal Solar - Governo publicará portaria do leilão de baterias nos próximos dias
Política & Regulação

Governo publicará portaria do leilão de baterias nos próximos dias

Ministro Silveira afirmou que certame deve ocorrer no segundo semestre e será estratégico para dar flexibilidade ao sistema elétrico

Ericka Araújo · 22 maio
Canal Solar - Leilão de baterias no Brasil a resposta que o setor elétrico não pode mais adiar
Artigo de Opinião

Leilão de baterias no Brasil: a resposta que o setor elétrico não pode mais adiar

Sinalização do governo é positiva, mas precisa ser entendida como resultado de uma pressão técnica legítima por modicidade, competição e neutralidade tecnológica

Heber Galarce · 22 maio
Copa do Mundo 2026: 12 dos 16 estádios fazem uso de energias renováveis
Mercado Internacional

Copa do Mundo 2026: 12 dos 16 estádios fazem uso de energias renováveis

Levantamento do Canal Solar mostra quais arenas do mundial que investiram em eficiência energética

Raphael Guerra · 22 maio
Canal Solar
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.